{"id":55364,"date":"2026-10-23T06:02:40","date_gmt":"2026-10-23T06:02:40","guid":{"rendered":"https:\/\/www.donbosco.press\/?p=55364"},"modified":"2026-10-23T06:03:16","modified_gmt":"2026-10-23T06:03:16","slug":"o-amado-do-cantico-dos-canticos-segundo-sao-francisco-de-sales","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.donbosco.press\/pt-pt\/nossos-santos\/o-amado-do-cantico-dos-canticos-segundo-sao-francisco-de-sales\/","title":{"rendered":"O Amado do C\u00e2ntico dos C\u00e2nticos, segundo S\u00e3o Francisco de Sales"},"content":{"rendered":"<p><em><i>No \u2018C\u00e2ntico dos C\u00e2nticos\u2019, S\u00e3o Francisco de Sales descobre muito mais do que um poema de amor: ele l\u00ea ali o mist\u00e9rio do amor de Deus pelo homem, plenamente revelado em Jesus Cristo. O Amado \u00e9 sobretudo o Filho, o divino Esposo que atrai a alma para si, mas sempre na comunh\u00e3o com o Pai, origem de todo chamado, e com o Esp\u00edrito Santo, que difunde nos cora\u00e7\u00f5es o dom da caridade. Francisco contempla Cristo como um \u201cabismo de beleza\u201d: admira seu rosto, seu cora\u00e7\u00e3o, sua voz, sua do\u00e7ura e seu fasc\u00ednio irresist\u00edvel. As imagens po\u00e9ticas do C\u00e2ntico tornam-se assim uma linguagem da f\u00e9 e da m\u00edstica, capaz de narrar o encontro da alma com Aquele que a ama, a chama e a arrasta na corrida do amor.<\/i><\/em><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong><b>Quem \u00e9 o Amado do C\u00e2ntico?<\/b><\/strong><\/p>\n<p><strong><b>\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 <\/b><\/strong>Para S\u00e3o Francisco de Sales, que segue a linha da interpreta\u00e7\u00e3o aleg\u00f3rica e m\u00edstica deste livro do Antigo Testamento, a resposta \u00e0 pergunta s\u00f3 pode ser encontrada \u00e0 luz da plenitude da Revela\u00e7\u00e3o realizada no Novo Testamento.<\/p>\n<p>Quando o doutor do amor divino l\u00ea os poemas do C\u00e2ntico dos C\u00e2nticos, seu pensamento e seu cora\u00e7\u00e3o v\u00e3o espontaneamente a Deus e a Jesus Cristo, mais raramente ao Esp\u00edrito Santo.<\/p>\n<p>Frequentemente, mas sobretudo no <em><i>Tratado do Amor de Deus<\/i><\/em>, ele chama o Esposo do C\u00e2ntico simplesmente de Deus, a quem designa de bom grado com um de seus atributos: a divina Majestade, o divino Criador, a divina Provid\u00eancia ou a divina Bondade.<\/p>\n<p>Em outros lugares, em particular quando pensa mais precisamente em Jesus Cristo, ele o chama de Nosso Senhor, o Salvador, o divino Amante, o divino Enamorado, o divino Redentor, o divino Pastor, o Rei do amor, o Amor de nossos cora\u00e7\u00f5es, o Amigo t\u00e3o am\u00e1vel.<\/p>\n<p>Embora Deus possa normalmente designar cada uma das pessoas da Sant\u00edssima Trindade, a aten\u00e7\u00e3o do autor concentra-se principalmente em Jesus Cristo, mas em rela\u00e7\u00e3o \u00e0s outras pessoas da Trindade. A uni\u00e3o, ou melhor, a unidade, entre o Filho e o Pai \u00e9 bem expressa pelo desejo do Filho elevado ao c\u00e9u de receber o beijo do Pai:<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><em><i>\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 Que ele me beije com o beijo de sua boca.<\/i><\/em><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Na realidade, o Filho est\u00e1 sempre voltado para o Pai, atento a louv\u00e1-lo como s\u00f3 ele sabe fazer.<\/p>\n<p>Jesus \u00e9 a \u201cVoz\u201d entre todas as vozes que se elevam ao c\u00e9u e sobre a terra para louvar a Deus Pai; a sua \u00e9 \u00fanica, \u201cvoz rainha de todas as vozes, voz em compara\u00e7\u00e3o \u00e0 qual as outras vozes n\u00e3o s\u00e3o mais que um mudo e triste sil\u00eancio\u201d.<\/p>\n<p>Cristo, de fato, ama a melodia da gl\u00f3ria e do louvor de seu Pai mais do que todos, \u201cele exulta de louvores e b\u00ean\u00e7\u00e3os sobre todos\u201d.<\/p>\n<p>De um poema inteiramente dedicado \u00e0 atra\u00e7\u00e3o rec\u00edproca dos amantes, um dos versos frequentemente citados por Francisco de Sales \u00e9 aquele que expressa o ardente desejo da amada:<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><em><i>\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 Arrasta-me atr\u00e1s de ti,<\/i><\/em><\/p>\n<p><em><i>\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 correremos ao odor dos teus perfumes.<\/i><\/em><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>O Amado, que \u00e9 Cristo, tem a iniciativa desta corrida de amor na qual arrasta a sua amada, mas tudo prov\u00e9m em \u00faltima an\u00e1lise do Pai, como lembra o nosso autor, citando a declara\u00e7\u00e3o de Jesus: \u201cNingu\u00e9m pode vir a mim, se o Pai n\u00e3o o atrair\u201d.<\/p>\n<p>O Pai atrai certamente cada pessoa humana, mas quer que ela corra atr\u00e1s do Filho, livremente, com o apoio da gra\u00e7a.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong><b>O amor, dom do Esp\u00edrito Santo<\/b><\/strong><\/p>\n<p>O Esp\u00edrito Santo n\u00e3o \u00e9 esquecido. Desde as primeiras palavras do Pref\u00e1cio ao Tratado do Amor de Deus, o autor n\u00e3o deixou de lembrar que o Esp\u00edrito \u00e9 o verdadeiro Autor do C\u00e2ntico dos C\u00e2nticos e que nos fala de amor atrav\u00e9s da boca da Igreja:<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><em><i>\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 O Esp\u00edrito Santo ensina que os l\u00e1bios da esposa divina, isto \u00e9, da Igreja, s\u00e3o semelhantes ao escarlate e ao vaso que destila o mel.<\/i><\/em><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Para falar da a\u00e7\u00e3o do Esp\u00edrito no cora\u00e7\u00e3o dos fi\u00e9is, Francisco de Sales recorre abundantemente \u00e0s imagens do C\u00e2ntico. O Esp\u00edrito Santo \u00e9 a \u00e1rvore da vida que nos d\u00e1 o delicioso fruto do amor; \u00e9 o pombo do qual cada pessoa consagrada pode dizer:<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><em><i>\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 Meu caro pombo \u00e9 tudo para mim,<\/i><\/em><\/p>\n<p><em><i>\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 e eu sou toda dele.<\/i><\/em><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Os sete dons do Esp\u00edrito Santo s\u00e3o como as colunas de prata que sustentam a liteira real da Santa Virgem; o vento do Esp\u00edrito Santo \u00e9 o vento bom do amor divino, que sopra do meio-dia e afasta o vento frio; sopra em nosso jardim e faz sair dele perfumes abundantes; \u00e9 Ele quem nos d\u00e1 a gra\u00e7a de aspirar a Ele e de respirar por Ele.<\/p>\n<p>O amor, do qual nos fala Francisco de Sales em seus coment\u00e1rios, n\u00e3o pode ser o produto das for\u00e7as naturais: \u00e9 um dom do Esp\u00edrito Santo que \u201co doa e o difunde em nossos cora\u00e7\u00f5es\u201d.<\/p>\n<p>Quando rezo ao Pai com as palavras que Jesus me ensinou, explica ele, pe\u00e7o-lhe que o fogo do Esp\u00edrito Santo \u201cpenetre at\u00e9 o \u00e2mago da minha alma, para que as grandes \u00e1guas da tribula\u00e7\u00e3o n\u00e3o possam apagar a caridade\u201d.<\/p>\n<p>Quem \u00e9, pois, o divino Amante ou o divino Enamorado do C\u00e2ntico dos C\u00e2nticos? Sem esquecer nem o Pai nem o Esp\u00edrito Santo, o Esposo principal de quem o autor quer nos falar \u00e9 Jesus Cristo, o Filho do Pai, que me fala de amor atrav\u00e9s do seu Esp\u00edrito.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong><b>Um \u201cabismo de beleza\u201d<\/b><\/strong><\/p>\n<p>\u201cOh, como \u00e9s belo, meu Amado, oh, como \u00e9s belo!\u201d exclama a esposa do C\u00e2ntico, descrevendo o seu Amado. Deus \u00e9 belo, Jesus \u00e9 belo, a natureza humana \u00e9 bela.<\/p>\n<p>Lembremos que o <em><i>Tratado do Amor de Deus<\/i><\/em> come\u00e7a com um cap\u00edtulo dedicado \u00e0 \u201cbeleza da natureza humana\u201d, reflexo da de Deus.<\/p>\n<p>O Amado que ela admira \u00e9 branco e vermelho \u2013 s\u00e3o \u201cas cores do Esposo\u201d \u2013 e \u00e9 \u201cescolhido entre mil\u201d.<\/p>\n<p>\u00c9 luminoso como o sol ao meio-dia, quando n\u00e3o h\u00e1 sombras.<\/p>\n<p>\u00c9 belo este Pastor, de quem o C\u00e2ntico celebra o casto amor com uma \u201ccasta pastora\u201d.<\/p>\n<p>Sua cabe\u00e7a \u00e9 de ouro, sem d\u00favida porque usa uma coroa preciosa.<\/p>\n<p>Seus cachos s\u00e3o como os brotos das palmeiras, cuja aparente escurid\u00e3o faz ressaltar a brancura que se esconde em seu interior.<\/p>\n<p>Todo o seu rosto \u00e9 belo e gracioso.<\/p>\n<p>Seus olhos l\u00edmpidos e transparentes s\u00e3o pombas que revelam um cora\u00e7\u00e3o cheio de amor.<\/p>\n<p>Suas bochechas s\u00e3o como canteiros de flores.<\/p>\n<p>A for\u00e7a est\u00e1 em suas m\u00e3os, \u201ccheias de jacinto\u201d.<\/p>\n<p>Suas pernas s\u00e3o como colunas de m\u00e1rmore e seu passo \u00e9 semelhante ao do cervo e do filhote de cervo, os animais mais \u00e1geis e graciosos.<\/p>\n<p>Jesus \u00e9 a flor desabrochada da Virgem, acrescenta ele, o l\u00edrio entre os espinhos, a \u00e1rvore do desejo.<\/p>\n<p>Assemelha-se \u00e0 macieira entre os arbustos.<\/p>\n<p>\u00c9 delicioso como a uva da vinha.<\/p>\n<p>\u00c9 assim que \u201ca amante sagrada disp\u00f5e nos C\u00e2nticos divinos, como um ex\u00e9rcito bem ordenado, todas as perfei\u00e7\u00f5es do seu Esposo, uma ap\u00f3s a outra\u201d.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong><b>O cora\u00e7\u00e3o do Amado<\/b><\/strong><\/p>\n<p>O divino Pastor \u00e9 belo exteriormente, mas o que dizer da sua beleza interior?<\/p>\n<p>Em um poema de 1598 sobre a Transfigura\u00e7\u00e3o, que n\u00e3o cita o C\u00e2ntico, mas \u00e9 claramente inspirado nele, a beleza luminosa do cora\u00e7\u00e3o de Cristo \u00e9 exaltada muito al\u00e9m do esplendor exterior:<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Vimos, Senhor, este rosto t\u00e3o claro,<\/p>\n<p>Mil vezes mais claro que o belo sol<\/p>\n<p>Quando ao meio dia brilha mais forte<\/p>\n<p>E olha com olho pleno o universo.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Mas, se tal \u00e9 o corpo, quanto mais resplandecente<\/p>\n<p>A gl\u00f3ria do teu cora\u00e7\u00e3o, do teu cora\u00e7\u00e3o feliz<\/p>\n<p>De uma tal felicidade sobre qualquer outra abundante,<\/p>\n<p>Que, desde o seu primeiro ponto, o tornou glorioso.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Cora\u00e7\u00e3o t\u00e3o cheio de esplendores, que os derrama<\/p>\n<p>Sobre todas as suas vestes, que at\u00e9 mostrou<\/p>\n<p>T\u00e3o brancas e radiantes, que uma neve t\u00e3o branca<\/p>\n<p>Para mostrar aos nossos olhos o c\u00e9u n\u00e3o tem o poder.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>A beleza exterior brota da beleza interior, tanto que se reflete em particular nas vestes do Esposo, cujos perfumes revelam a sua presen\u00e7a.<\/p>\n<p>Do interior, isto \u00e9, do cora\u00e7\u00e3o deste \u201ctranquilo e pac\u00edfico Salom\u00e3o\u201d, prov\u00eam todos os seus favores, muito melhores que o vinho das consola\u00e7\u00f5es humanas e mundanas.<\/p>\n<p>A contempla\u00e7\u00e3o da sua beleza faz quase desmaiar a fiel amante:<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><em><i>\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 Fiquei t\u00e3o inebriada e santamente embriagada pela complac\u00eancia que senti neste abismo de beleza que a minha alma definha, ferida por um desejo amorosamente mortal que me impulsiona a louvar para sempre uma bondade t\u00e3o eminente.<\/i><\/em><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>O que h\u00e1 de surpreendente se a amada o persegue, arrastando consigo as jovens? O seu fasc\u00ednio \u00e9 verdadeiramente poderoso.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong><b>A voz do Amado<\/b><\/strong><\/p>\n<p>E o que dizer do fasc\u00ednio da sua voz? \u201cOh, como \u00e9 doce a sua voz!\u201d, exclama, porque sai dos l\u00e1bios \u201csobre os quais se derrama a plenitude da gra\u00e7a\u201d.<\/p>\n<p>Seus l\u00e1bios s\u00e3o como l\u00edrios: destilam mirra de do\u00e7ura; as palavras que deles saem s\u00e3o a pr\u00f3pria do\u00e7ura; a sua voz derrete o cora\u00e7\u00e3o de quem o escuta.<\/p>\n<p>Evocando o perfeito louvor que s\u00f3 o Filho pode render ao Pai, o autor do <em><i>Tratado do Amor de Deus<\/i><\/em> exclama:<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><em><i>\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 Oh! Que c\u00e2ntico do Filho para o Pai!<\/i><\/em><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Continua dando voz \u00e0 alma que exclama: \u201cEi! Eu o ou\u00e7o; oh! a voz, a voz do meu Amado, voz rainha de todas as vozes, voz em compara\u00e7\u00e3o \u00e0 qual as outras vozes n\u00e3o s\u00e3o mais que um mudo e triste sil\u00eancio!\u201d.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>No \u2018C\u00e2ntico dos C\u00e2nticos\u2019, S\u00e3o Francisco de Sales descobre muito mais do que um poema&#8230;<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":55350,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"iawp_total_views":1,"footnotes":""},"categories":[167],"tags":[2565,2557,2674,2189,2676],"class_list":["post-55364","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-nossos-santos","tag-caridade","tag-deus","tag-grazia","tag-jesus","tag-santi"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.donbosco.press\/pt-pt\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/55364","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.donbosco.press\/pt-pt\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.donbosco.press\/pt-pt\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.donbosco.press\/pt-pt\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.donbosco.press\/pt-pt\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=55364"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/www.donbosco.press\/pt-pt\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/55364\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":55365,"href":"https:\/\/www.donbosco.press\/pt-pt\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/55364\/revisions\/55365"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.donbosco.press\/pt-pt\/wp-json\/wp\/v2\/media\/55350"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.donbosco.press\/pt-pt\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=55364"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.donbosco.press\/pt-pt\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=55364"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.donbosco.press\/pt-pt\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=55364"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}