{"id":49244,"date":"2026-02-26T13:16:04","date_gmt":"2026-02-26T13:16:04","guid":{"rendered":"https:\/\/www.donbosco.press\/?p=49244"},"modified":"2026-03-31T10:26:14","modified_gmt":"2026-03-31T10:26:14","slug":"visita-do-papa-leao-xiv-ao-sagrado-coracao-de-jesus-em-roma","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.donbosco.press\/pt-pt\/boa-imprensa\/visita-do-papa-leao-xiv-ao-sagrado-coracao-de-jesus-em-roma\/","title":{"rendered":"Visita do Papa Le\u00e3o XIV ao Sagrado Cora\u00e7\u00e3o de Jesus em Roma"},"content":{"rendered":"<p><em><i>No primeiro domingo da Quaresma de 2026, o Papa Le\u00e3o XIV escolheu como local de celebra\u00e7\u00e3o n\u00e3o a solenidade de S\u00e3o Pedro, mas a Bas\u00edlica do Sagrado Cora\u00e7\u00e3o de Jesus em Castro Pretorio, confiada aos Salesianos h\u00e1 quase cento e cinquenta anos e situada a poucos passos da Esta\u00e7\u00e3o Termini. Uma escolha cheia de significado, que se insere em uma hist\u00f3ria secular entrela\u00e7ada com os nomes de Pio IX e Le\u00e3o XIII. Um gesto pastoral que narra, mais uma vez, uma Igreja que caminha em dire\u00e7\u00e3o aos que est\u00e3o \u00e0 margem.<\/i><\/em><br \/>\n<strong><b><br \/>\n<\/b><\/strong><br \/>\n\u00c0s 8h15 de uma manh\u00e3 de domingo ainda envolta no frio do inverno, o Papa Le\u00e3o XIV desceu de seu carro no p\u00e1tio da Via Marsala 42, recebido por uma ova\u00e7\u00e3o comovida de mais de mil pessoas. Era o primeiro domingo da Quaresma, e o Pont\u00edfice havia escolhido pass\u00e1-lo n\u00e3o entre os m\u00e1rmores solenes da Bas\u00edlica de S\u00e3o Pedro, mas no que seu predecessor Francisco havia definido com feliz intui\u00e7\u00e3o como \u201co centro da periferia\u201d: a Bas\u00edlica paroquial do Sagrado Cora\u00e7\u00e3o de Jesus em Castro Pret\u00f3rio, confiada aos Salesianos de Dom Bosco h\u00e1 quase cento e cinquenta anos.<br \/>\n\u00c9 a segunda visita pastoral de Le\u00e3o XIV a uma par\u00f3quia romana desde o in\u00edcio de seu pontificado \u2013 a primeira o levou a \u00d3stia, \u00e0 par\u00f3quia de Santa Maria Regina Pacis [Rainha da Paz] \u2013 e traz consigo uma mensagem precisa: a Igreja caminha em dire\u00e7\u00e3o \u00e0s suas periferias, mesmo quando estas se encontram, paradoxalmente, em pleno cora\u00e7\u00e3o da capital.<\/p>\n<p><strong><b>Uma hist\u00f3ria de papas: da primeira pedra de Pio IX \u00e0 chegada de Le\u00e3o XIV<br \/>\n<\/b><\/strong>Para entender o significado daquela manh\u00e3, \u00e9 preciso voltar quase um s\u00e9culo e meio no tempo, at\u00e9 os \u00faltimos momentos do pontificado de Pio IX. Era 30 de setembro de 1870 quando o Pont\u00edfice lan\u00e7ou a primeira pedra de uma nova igreja ao longo da Via de Porta S\u00e3o Louren\u00e7o \u2013 a atual Via Marsala \u2013 em uma \u00e1rea da cidade em forte desenvolvimento urbano, dedicando-a a S\u00e3o Jos\u00e9. A escolha tinha uma coer\u00eancia espiritual precisa: poucos meses depois, em 8 de dezembro daquele mesmo ano, Pio IX reconhecia S\u00e3o Jos\u00e9 como \u201cPatrono da Igreja Universal\u201d atrav\u00e9s do decreto <em><i>Quemadmodum Deus [Da mesma maneira que Deus]<\/i><\/em>, e quis honrar antecipadamente essa proclama\u00e7\u00e3o com um sinal tang\u00edvel na pedra.<br \/>\nMas algo mudou rapidamente nas inten\u00e7\u00f5es do Pont\u00edfice. Do mundo cat\u00f3lico chegavam pedidos insistentes para dedicar em Roma um grande santu\u00e1rio internacional ao Sagrado Cora\u00e7\u00e3o de Jesus, como um ato coletivo de repara\u00e7\u00e3o e de consagra\u00e7\u00e3o para toda a Igreja. Pio IX acolheu essas vozes e mudou a dedica\u00e7\u00e3o da igreja ainda em constru\u00e7\u00e3o. A hist\u00f3ria, por\u00e9m, n\u00e3o lhe deu tempo de ver seu projeto realizado: com a anexa\u00e7\u00e3o de Roma ao Reino da It\u00e1lia em outubro de 1870, as obras foram desaceleradas e, poucos meses depois, pararam. A derrubada da Porta Pia havia mudado o mundo, e a nova igreja permaneceu inacabada por anos.<\/p>\n<p><strong><b>Le\u00e3o XIII e Dom Bosco: uma alian\u00e7a que constr\u00f3i uma bas\u00edlica<br \/>\n<\/b><\/strong>Foi o sucessor de Pio IX, Le\u00e3o XIII, quem retomou aquele sonho interrompido. Em 16 de agosto de 1879, as obras recome\u00e7aram na colina do Esquilino, e desta vez o Papa confiou a constru\u00e7\u00e3o a um homem extraordin\u00e1rio: Jo\u00e3o Bosco, o sacerdote de Turim que havia feito dos jovens pobres e dos marginalizados a raz\u00e3o de sua vida. Era uma escolha prof\u00e9tica. A nova igreja surgiria no ponto exato onde os trens traziam a Roma os migrantes do interior da It\u00e1lia, os peregrinos de todos os cantos do mundo, os sem-teto e os sem-nome: exatamente as pessoas para as quais Dom Bosco sempre trabalhou.<br \/>\nH\u00e1 uma resson\u00e2ncia hist\u00f3rica singular no fato de que o nome do Pont\u00edfice hoje reinante \u2013 Le\u00e3o XIV \u2013 evoca diretamente o grande Le\u00e3o XIII, aquele que n\u00e3o apenas reiniciou a constru\u00e7\u00e3o da bas\u00edlica, mas foi seu principal inspirador espiritual e pol\u00edtico. Em uma \u00e9poca de grandes transforma\u00e7\u00f5es sociais, o culto ao Sagrado Cora\u00e7\u00e3o representava para Le\u00e3o XIII a resposta da f\u00e9 \u00e0s feridas de um mundo que se secularizava em ritmo acelerado.<br \/>\nDom Bosco acompanhou pessoalmente as obras, mesmo com suas for\u00e7as em decl\u00ednio. Voltou a Roma pela \u00faltima vez em 1887, quando a igreja estava prestes a ser conclu\u00edda. Ficou nos pequenos quartos do andar superior \u2013 os \u201cquartinhos\u201d que ainda hoje os peregrinos visitam com devo\u00e7\u00e3o \u2013 e de l\u00e1 aben\u00e7oou a obra de sua vida. A igreja foi inaugurada em 14 de maio de 1887 pelo vig\u00e1rio de Roma, o cardeal L\u00facido Maria Parocchi, com a presen\u00e7a de Dom Bosco. Le\u00e3o XIII n\u00e3o p\u00f4de participar pessoalmente: desde a tomada de Roma em 1870 at\u00e9 o Tratado de Latr\u00e3o de 1929, os Pont\u00edfices se consideravam \u201cprisioneiros no Vaticano\u201d. Dom Bosco morreu em 31 de janeiro do ano seguinte \u00e0 inaugura\u00e7\u00e3o. Ele nunca viu, com os olhos do corpo, a est\u00e1tua dourada do Sagrado Cora\u00e7\u00e3o ser erguida no campan\u00e1rio, a 62,5 metros de altura: o ponto mais alto de Roma, localizado na Colina do Esquilino, mas seus filhos a veem.<\/p>\n<p><strong><b>De Le\u00e3o XIII a Paulo VI: a bas\u00edlica cresce na hist\u00f3ria da Igreja<br \/>\n<\/b><\/strong>A partir daquela consagra\u00e7\u00e3o, a bas\u00edlica de Castro Pret\u00f3rio entrou no cora\u00e7\u00e3o de cada pontificado. O pr\u00f3prio Le\u00e3o XIII, que fora seu promotor vision\u00e1rio, a quis como s\u00edmbolo da rela\u00e7\u00e3o entre a Santa S\u00e9 e a devo\u00e7\u00e3o popular ao Cora\u00e7\u00e3o de Cristo. A escolha do nome para o novo papa \u2013 Le\u00e3o XIV \u2013 inevitavelmente despertou essa liga\u00e7\u00e3o hist\u00f3rica na mem\u00f3ria coletiva dos fi\u00e9is romanos.<br \/>\nEm 11 de fevereiro de 1921, o Papa <strong><b>Bento XV<\/b><\/strong> elevou a igreja a <strong><b>Bas\u00edlica Menor<\/b><\/strong> <a href=\"https:\/\/www.vatican.va\/archive\/aas\/documents\/AAS-13-1921-ocr.pdf\">(AAS 1921, p.192)<\/a>, conferindo-lhe um status lit\u00fargico e espiritual de particular relev\u00e2ncia. A data escolhida n\u00e3o foi casual: 11 de fevereiro j\u00e1 era carregado de significado para a hist\u00f3ria da Igreja, e o ato de Bento XV consagrou definitivamente Castro Pret\u00f3rio como um dos lugares centrais da devo\u00e7\u00e3o cat\u00f3lica em Roma.<br \/>\n<strong><b>Pio X<\/b><\/strong>, o \u201cpapa dos pobres\u201d, aben\u00e7oou v\u00e1rias vezes a comunidade salesiana que ali servia, vendo naquela posi\u00e7\u00e3o estrat\u00e9gica perto da esta\u00e7\u00e3o de trem um posto apost\u00f3lico insubstitu\u00edvel para as massas de trabalhadores e peregrinos que transitavam por Roma todos os dias.<br \/>\n<strong><b>Pio XII<\/b><\/strong>, em pleno s\u00e9culo XX conturbado pela guerra, incentivou a par\u00f3quia a intensificar as obras de caridade para com os desalojados e refugiados que lotavam os arredores da Termini.<br \/>\nQuatro d\u00e9cadas depois, em 5 de fevereiro de 1965, foi <strong><b>Paulo VI<\/b><\/strong> quem deu outro passo institucional: instituiu para esta bas\u00edlica a <strong><b>diaconia cardinal\u00edcia<\/b><\/strong> <a href=\"https:\/\/www.vatican.va\/archive\/aas\/documents\/AAS-57-1965-ocr.pdf\">(AAS 1965, p.498)<\/a>, integrando ainda mais profundamente a comunidade do Sagrado Cora\u00e7\u00e3o na estrutura do Col\u00e9gio Cardinal\u00edcio e na governan\u00e7a da Igreja universal. A partir daquele momento, um cardeal titular levaria em seu nome o v\u00ednculo com este lugar extraordin\u00e1rio, a poucos passos da esta\u00e7\u00e3o Termini.<\/p>\n<p><strong><b>Jo\u00e3o Paulo II: a primeira visita pastoral<br \/>\n<\/b><\/strong>Em 29 de novembro de 1987, pela primeira vez na hist\u00f3ria, um Papa cruzou fisicamente as portas da bas\u00edlica de Castro Pret\u00f3rio para uma visita pastoral. Foi <strong><b>S\u00e3o Jo\u00e3o Paulo II<\/b><\/strong>, o grande peregrino polon\u00eas que j\u00e1 havia mudado a forma de conceber o pontificado, levando o Bispo de Roma \u00e0s periferias do mundo e da pr\u00f3pria Roma. Sua vinda ao Sagrado Cora\u00e7\u00e3o fazia parte do ciclo sistem\u00e1tico de visitas \u00e0s par\u00f3quias da diocese que Jo\u00e3o Paulo II havia iniciado desde o come\u00e7o de seu pontificado, mas tinha um significado especial: honrar um lugar que fora desejado por um de seus santos predecessores \u2013 Dom Bosco, canonizado em 1934 \u2013 e que levava no nome o pr\u00f3prio cora\u00e7\u00e3o do mist\u00e9rio crist\u00e3o. A comunidade salesiana o acolheu com a alegria caracter\u00edstica de quem reconhece, no pastor que chega, a continuidade de uma hist\u00f3ria muito mais longa que qualquer pontificado.<\/p>\n<p><strong><b>Francisco: \u201co centro da periferia\u201d<br \/>\n<\/b><\/strong>Em 19 de janeiro de 2014, o <strong><b>Papa Francisco<\/b><\/strong> acrescentou um novo cap\u00edtulo a esta hist\u00f3ria. Sua visita pastoral \u00e0 bas\u00edlica de Castro Pret\u00f3rio n\u00e3o foi apenas uma etapa no programa de visitas paroquiais dominicais: foi uma declara\u00e7\u00e3o de inten\u00e7\u00f5es. Francisco olhou para a localiza\u00e7\u00e3o daquela igreja \u2013 espremida entre os trilhos da Termini e as ruas percorridas diariamente por imigrantes, sem-teto, pessoas em tr\u00e2nsito, trabalhadores em busca de uma missa matinal \u2013 e a definiu com uma f\u00f3rmula destinada a permanecer: \u201co centro da periferia\u201d. Um ox\u00edmoro que era, na realidade, a descri\u00e7\u00e3o mais precisa poss\u00edvel: geograficamente no cora\u00e7\u00e3o de Roma, espiritualmente projetada para suas fronteiras humanas.<br \/>\nFrancisco a\u00ed celebrou a Missa com a simplicidade que o caracterizava, encontrou os pobres assistidos pela par\u00f3quia e os fi\u00e9is das comunidades estrangeiras que lotavam o bairro. Deixou aquela comunidade com a certeza renovada de n\u00e3o ser um posto de retaguarda, mas um posto avan\u00e7ado do Evangelho.<\/p>\n<p><strong><b>O Papa Le\u00e3o XIV: a segunda visita do pontificado<br \/>\n<\/b><\/strong>\u00c0s 9h00 de 22 de fevereiro de 2026, Le\u00e3o XIV celebrou a Missa solene na bas\u00edlica. Com ele concelebraram o Cardeal Baldo Reina, vig\u00e1rio do Papa para a diocese de Roma; o Cardeal Jos\u00e9 Versaldi, titular da diaconia cardinal\u00edcia institu\u00edda por Paulo VI em 1965 e ex-prefeito em\u00e9rito da Congrega\u00e7\u00e3o para a Educa\u00e7\u00e3o Cat\u00f3lica, com o P. Fabio Attard, Reitor-Mor dos Salesianos, e com muitos outros salesianos. Estavam presentes tamb\u00e9m as tr\u00eas comunidades religiosas femininas que animam a vida paroquial: as Filhas de Maria Auxiliadora, as Clarissas Franciscanas Mission\u00e1rias do Sant\u00edssimo Sacramento e as Mission\u00e1rias de Cristo Ressuscitado.<br \/>\nAntes da celebra\u00e7\u00e3o, Le\u00e3o XIV havia atravessado lentamente o p\u00e1tio da Via Marsala, parando para cumprimentar os representantes dos grupos paroquiais que o aguardavam. Havia os volunt\u00e1rios do Centro de Escuta, os do Banco de Talentos, os jovens do orat\u00f3rio, as crian\u00e7as da catequese com suas faixas coloridas. Havia os pobres assistidos pela par\u00f3quia \u2013 imigrantes da \u00cdndia, Bangladesh, Peru, Cuba, as comunidades que povoam este bairro cosmopolita com apenas 2.500 residentes fixos, na sua maioria idosos. E havia cinco catec\u00famenos, adultos de v\u00e1rias nacionalidades que na pr\u00f3xima Vig\u00edlia Pascal receber\u00e3o pela primeira vez os sacramentos: um detalhe que Le\u00e3o XIV quis destacar calorosamente em sua sauda\u00e7\u00e3o inicial, como sinal concreto de que a f\u00e9 continua a atrair e a transformar vidas.<\/p>\n<p>Na homilia, o Pont\u00edfice refletiu sobre o dom do Batismo a partir da Primeira Leitura (G\u00eanesis) e do Evangelho (tenta\u00e7\u00f5es de Jesus). O relato do G\u00eanesis mostra como o pecado nasce da tenta\u00e7\u00e3o de anular a diferen\u00e7a entre criaturas e Criador, enquanto Jesus, resistindo ao diabo, revela o homem novo e livre que se realiza no \u201csim\u201d a Deus.<br \/>\nO Batismo \u00e9 como uma gra\u00e7a din\u00e2mica e relacional: n\u00e3o se esgota no rito, mas acompanha toda a vida, impulsionando o crist\u00e3o a se conformar a Cristo e a viver o amor a Deus e ao pr\u00f3ximo, derrubando toda divis\u00e3o (Gl 3,28).<br \/>\nNa parte final, dirigindo-se \u00e0 par\u00f3quia salesiana perto da Esta\u00e7\u00e3o Termini de Roma, o Papa destacou como este territ\u00f3rio \u2013 encruzilhada de estudantes, trabalhadores, imigrantes, refugiados e pessoas sem-teto \u2013 chama a comunidade a ser concretamente \u201cfermento do Evangelho\u201d: sinal de proximidade, acolhimento e esperan\u00e7a em meio \u00e0s muitas contradi\u00e7\u00f5es do bairro.<\/p>\n<p><strong><b>Uma peregrina\u00e7\u00e3o que continua<br \/>\n<\/b><\/strong>A visita a Castro Pret\u00f3rio \u00e9 a segunda etapa de um percurso que Le\u00e3o XIV iniciou com as comunidades romanas neste tempo de Quaresma. Depois de \u00d3stia, depois do Sagrado Cora\u00e7\u00e3o, o caminho continuar\u00e1: em 1\u00ba de mar\u00e7o na igreja da Ascens\u00e3o de Nosso Senhor Jesus Cristo em Quarticciolo, em 8 de mar\u00e7o em Santa Maria da Apresenta\u00e7\u00e3o em Primavalle, em 15 de mar\u00e7o no Sagrado Cora\u00e7\u00e3o de Jesus em Ponte Mammolo. Cada vez uma realidade diferente, cada vez o mesmo gesto: o Bispo de Roma que vai ao encontro de suas igrejas menores e mais distantes dos holofotes para lembrar que o centro da Igreja n\u00e3o \u00e9 uma pra\u00e7a com uma fonte, mas o cora\u00e7\u00e3o de quem precisa.<br \/>\nEnquanto a est\u00e1tua dourada do Sagrado Cora\u00e7\u00e3o brilhava sob a luz de fevereiro no campan\u00e1rio mais alto de Roma, Le\u00e3o XIV voltou para o carro sob os aplausos da pra\u00e7a. Deixava para tr\u00e1s uma comunidade comovida e fortalecida, e levava consigo a certeza de que nesta encruzilhada de humanidade, a poucos passos dos trilhos da Termini, a Igreja sempre encontrou um de seus lugares mais aut\u00eanticos.<\/p>\n<p><em><i>Lembramos que \u00e9 poss\u00edvel visitar virtualmente a Bas\u00edlica do Sagrado Cora\u00e7\u00e3o de Jesus em Roma, tamb\u00e9m em 3D,<\/i><\/em> <a href=\"https:\/\/www.donbosco.press\/pt-pt\/casas-salesianas\/visita-a-basilica-do-sagrado-coracao-de-jesus-em-roma-tambem-em-3d\/\"><em><i>neste link<\/i><\/em><\/a>.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>No primeiro domingo da Quaresma de 2026, o Papa Le\u00e3o XIV escolheu como local de&#8230;<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":49262,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"iawp_total_views":18,"footnotes":""},"categories":[161],"tags":[1731,2203,1821,2570,1875,1695],"class_list":["post-49244","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-boa-imprensa","tag-casas-salesianas","tag-eventos","tag-graca","tag-igreja","tag-lugares-salesianos","tag-papa"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.donbosco.press\/pt-pt\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/49244","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.donbosco.press\/pt-pt\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.donbosco.press\/pt-pt\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.donbosco.press\/pt-pt\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.donbosco.press\/pt-pt\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=49244"}],"version-history":[{"count":4,"href":"https:\/\/www.donbosco.press\/pt-pt\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/49244\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":49256,"href":"https:\/\/www.donbosco.press\/pt-pt\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/49244\/revisions\/49256"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.donbosco.press\/pt-pt\/wp-json\/wp\/v2\/media\/49262"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.donbosco.press\/pt-pt\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=49244"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.donbosco.press\/pt-pt\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=49244"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.donbosco.press\/pt-pt\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=49244"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}