{"id":47253,"date":"2025-11-27T08:26:07","date_gmt":"2025-11-27T08:26:07","guid":{"rendered":"https:\/\/www.donbosco.press\/?p=47253"},"modified":"2025-11-27T08:27:46","modified_gmt":"2025-11-27T08:27:46","slug":"o-boletim-salesiano-nao-e-apenas-mais-um-jornal","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.donbosco.press\/pt-pt\/dom-bosco\/o-boletim-salesiano-nao-e-apenas-mais-um-jornal\/","title":{"rendered":"O Boletim Salesiano. N\u00e3o \u00e9 apenas mais um jornal"},"content":{"rendered":"<p><em><i>\u00c9 difundido em todo o mundo em dezenas de l\u00ednguas diferentes. Certamente mudou muitas vezes sua apresenta\u00e7\u00e3o, mas sempre em sintonia com o Boletim Salesiano do fundador: \u201co olhar salesiano (educativo) sobre o mundo e o olhar sobre o mundo salesiano\u201d, como gostava de repetir o Reitor-Mor, o P. Jo\u00e3o Vecchi.<br \/>\n<\/i><\/em><\/p>\n<p><strong><b>Come\u00e7ar de longe (1844)<br \/>\n<\/b><\/strong>Dom Bosco compreendeu muito cedo a import\u00e2ncia da comunica\u00e7\u00e3o e das ferramentas relacionadas \u00e0 comunica\u00e7\u00e3o social, embora na \u00e9poca houvesse apenas a imprensa. Assim que terminou seus estudos (1844), imprimiu <em><i>Notas hist\u00f3ricas sobre a vida do cl\u00e9rigo Lu\u00eds Comollo<\/i><\/em>. No ano seguinte, enquanto estava a servi\u00e7o da Marquesa Barolo, publicou <em><i>O devoto do Anjo da Guarda<\/i><\/em> e a volumosa <em><i>Hist\u00f3ria Eclesi\u00e1stica<\/i><\/em>. Em 1846, publicou mais tr\u00eas livretos devocionais. Em 1847, foi a vez da <em><i>Hist\u00f3ria sagrada para uso nas escolas<\/i><\/em> e <em><i>O Jovem Instru\u00eddo<\/i><\/em>&#8230;, este \u00faltimo um texto com mais de cem edi\u00e7\u00f5es\/reimpress\u00f5es enquanto o autor estava vivo. Com a promulga\u00e7\u00e3o da liberdade de imprensa em 1848, Dom Bosco se preocupou com os jovens e, para eles, criou rapidamente o jornal trissemanal <em><i>O Amigo da Juventude<\/i><\/em>. Logo teve de encerrar a experi\u00eancia, mas n\u00e3o desanimou.<br \/>\nEm 1851, publicou um panfleto <em><i>A Igreja cat\u00f3lica apost\u00f3lica romana<\/i><\/em> e, dada a recep\u00e7\u00e3o muito favor\u00e1vel, deu in\u00edcio \u00e0 sua iniciativa editorial mais bem-sucedida: as <em><i>Leituras Cat\u00f3licas<\/i><\/em>, que alcan\u00e7aria dez milh\u00f5es de c\u00f3pias at\u00e9 a sua morte (em uma It\u00e1lia de 30 milh\u00f5es de semianalfabetos!). \u00c0 d\u00fazia de fasc\u00edculos que levavam seu nome, em 1855 ele acrescentou o bem-sucedido <em><i>Hist\u00f3ria da It\u00e1lia contada aos jovens<\/i><\/em>, com vinte edi\u00e7\u00f5es em vida. No per\u00edodo de cinco anos, de 1856 a 1860, foi a vez de cerca de vinte outros t\u00edtulos. Em 1856, como aut\u00f4nomo, ele comercializou <em><i>A chave do Para\u00edso na m\u00e3o do cat\u00f3lico<\/i><\/em> (um aut\u00eantico best-seller com 800.000 c\u00f3pias, em 44 edi\u00e7\u00f5es durante sua vida).<\/p>\n<p><strong><b>A Tipografia de Valdocco (1862)<br \/>\n<\/b><\/strong>Em dezembro de 1861, Dom Bosco obteve permiss\u00e3o para abrir sua pr\u00f3pria tipografia. Empenhou-se imediatamente na esfera escolar, devido aos novos programas criados ap\u00f3s a unifica\u00e7\u00e3o da It\u00e1lia: publicou quatro s\u00e9ries de autores selecionados latinos, gregos e crist\u00e3os, bem como a <em><i>Biblioteca da Juventude Italiana<\/i><\/em>. Tamb\u00e9m quatro dicion\u00e1rios de italiano, latim e grego, al\u00e9m de gram\u00e1ticas, textos escolares e subs\u00eddios. Em 1876, Dom Bosco fundou uma \u201csucursal\u201d em G\u00eanova \u2013 Sampierdarena e, em agosto de 1877, iniciou o <em><i>Boletim Salesiano<\/i><\/em> ou <em><i>Bibli\u00f3filo Cat\u00f3lico<\/i><\/em> nos primeiros quatro meses.<\/p>\n<p><strong><b>Os t\u00edmidos in\u00edcios do Boletim Salesiano (1876-1877)<br \/>\n<\/b><\/strong>A ideia de prosseguir em 1877 com a publica\u00e7\u00e3o de um Boletim informativo para todos aqueles que se interessavam pela obra salesiana de v\u00e1rias maneiras pode ter sido sugerida a Dom Bosco pela presen\u00e7a no mercado de publica\u00e7\u00f5es semelhantes de outras ordens religiosas. Se essas publica\u00e7\u00f5es eram enviadas aos Terci\u00e1rios, membros e amigos de cada uma das Fam\u00edlias religiosas, Dom Bosco poderia muito bem fazer o mesmo com os seus Cooperadores que, naqueles mesmos anos, estavam formalmente se firmando como uma Associa\u00e7\u00e3o.<br \/>\nAs Regras da Associa\u00e7\u00e3o prescreviam: \u201cTodo m\u00eas um boletim [ou] folheto impresso dar\u00e1 aos s\u00f3cios um relato das coisas propostas, feitas ou a serem feitas\u201d. O texto foi posteriormente alterado para: \u201cA cada tr\u00eas meses e at\u00e9 mais frequentemente por meio de um boletim ou folheto impresso (&#8230;)\u201d. Na realidade, se tornou logo mensal.<br \/>\nEm fevereiro de 1877, Dom Bosco comunicou aos seus colaboradores a decis\u00e3o de imprimir um Boletim peri\u00f3dico \u201ccomo jornal da Congrega\u00e7\u00e3o, porque h\u00e1 muitas coisas a serem comunicadas a esses Cooperadores\u201d. No ver\u00e3o, ele discutiu os problemas concretos do projeto com o P. Barberis e, \u00e0 obje\u00e7\u00e3o sobre a responsabilidade que resultaria do envio gratuito, ele apontou que os leitores, sabendo que era gratuito, dariam mais do que a eventual soma pedida, sem contar as ofertas subsequentes.<br \/>\nNos meses de setembro\/dezembro de 1877, o Boletim Salesiano foi publicado com o nome de <em><i>Bibli\u00f3filo Cat\u00f3lico<\/i><\/em> ou <em><i>Boletim Salesiano mensal<\/i><\/em>. O <em><i>Bibli\u00f3filo Cat\u00f3lico<\/i><\/em> era um cat\u00e1logo cujo objetivo era tornar conhecidas as edi\u00e7\u00f5es salesianas e outras publica\u00e7\u00f5es \u00fateis para os jovens e o clero. Em agosto de 1877, passou por uma transforma\u00e7\u00e3o radical. O cat\u00e1logo passou a ter a indica\u00e7\u00e3o tipogr\u00e1fica de Sampierdarena para evitar o risco de que a c\u00faria de Turim lhe negasse o <em><i>imprimatur<\/i><\/em>. Tinha 12 p\u00e1ginas e as seguintes rubricas: Aos Cooperadores Salesianos, Dos Cooperadores Salesianos, Cartas dos Mission\u00e1rios Salesianos na Am\u00e9rica do Sul, Assuntos diversos, Primeiras provas de alguns Cooperadores, Indulg\u00eancias especiais para o m\u00eas de agosto; seguiam-se e conclu\u00edam-se com tr\u00eas densas p\u00e1ginas de cat\u00e1logo de livros.<\/p>\n<p>Havia duas edi\u00e7\u00f5es em setembro. A primeira com o endere\u00e7o de Turim, a segunda com o endere\u00e7o de G\u00eanova. Em novembro, o P. Bonetti assumiu o cargo de editor-chefe. A partir de janeiro de 1878, o t\u00edtulo Boletim Salesiano passou a ser usado exclusivamente. As p\u00e1ginas variavam de 8 a 20 at\u00e9 1881. A partir de 1882 foi iniciada a numera\u00e7\u00e3o cont\u00ednua at\u00e9 204 p\u00e1ginas no bi\u00eanio 1882-1883 e 158 p\u00e1ginas em 1888.<\/p>\n<p><strong><b>O objetivo<br \/>\n<\/b><\/strong>No primeiro n\u00famero de setembro de 1877, Dom Bosco indicou aos Cooperadores Salesianos que o Boletim Salesiano lhes daria \u201cum relato das coisas feitas ou a serem feitas para alcan\u00e7ar o fim que nos propusemos\u201d, isto \u00e9, \u201ca gl\u00f3ria de Deus, o bem da sociedade civil\u201d. Em termos concretos, ele pretendia que o peri\u00f3dico fosse o meio normal de manter a identidade de pensamento e de a\u00e7\u00e3o entre os Cooperadores e os Salesianos, de promover a boa imprensa, de opor-se ao proselitismo protestante, \u00e0 corrup\u00e7\u00e3o dos costumes e \u00e0 imprensa irreligiosa e imoral, em detrimento sobretudo dos jovens, e sobretudo de fazer o bem aos leitores e \u00e0s suas fam\u00edlias.<\/p>\n<p>Nos primeiros n\u00fameros do \u201cBoletim Salesiano\u201d (1877&#8230;) foram privilegiados os epis\u00f3dios surpreendentes da hist\u00f3ria do <em><i>Orat\u00f3rio de S\u00e3o Francisco de Sales<\/i><\/em> e a carta de janeiro de Dom Bosco aos Cooperadores, na qual ele descrevia as obras realizadas no ano anterior e planejadas para o ano em curso. Um amplo espa\u00e7o foi dedicado \u00e0s \u201ccartas americanas\u201d dos mission\u00e1rios, com <em><i>relatos<\/i><\/em> saborosos de situa\u00e7\u00f5es, costumes e tradi\u00e7\u00f5es de vastas \u00e1reas da Am\u00e9rica Latina, totalmente desconhecidas dos leitores.<\/p>\n<p><strong><b>Por que diferente dos outros?<br \/>\n<\/b><\/strong>Em 28 de novembro de 1885, Dom Bosco escrevia ao P. Emanuel Morossi, que lhe havia enviado uma oferta para suas obras: <em><i>\u201cQuanto ao envio do Boletim Salesiano, Vossa Senhoria e o P\u00e1roco permitir\u00e3o que eu o continue a enviar-lhes. N\u00e3o se preocupem quanto ao pagamento, porque n\u00e3o \u00e9 um jornal como os outros, nem \u00e9 feito com o objetivo de lucro [ganho]&#8230; Pe\u00e7o-lhes que n\u00e3o o recusem e acreditem que, fazendo com que ele seja lido pelo maior n\u00famero poss\u00edvel de pessoas que possam fazer uma obra de grande caridade, sem que fiquem preocupados com alguma oferta para ser enviada no futuro, desde que possam faz\u00ea-lo sem grave inc\u00f4modo\u201d<\/i><\/em>.<br \/>\nNa It\u00e1lia, mas em todo o mundo, publicavam-se boletins de todos os tipos, mas o de Dom Bosco queria ser diferente dos outros: pelo seu conte\u00fado \u201coriginal\u201d, \u201c\u00fanico\u201d, \u201csalesiano\u201d, \u201cmission\u00e1rio\u201d, como acabamos de mencionar, pelo seu estilo simples, compreens\u00edvel para todas as classes de pessoas, pelo fato de ser enviado gratuitamente \u201ca quem quisesse e a quem n\u00e3o quisesse\u201d. Por ocasi\u00e3o do terceiro Cap\u00edtulo Geral dos Salesianos (1883), ele afirmava: \u201cPara n\u00f3s n\u00e3o \u00e9 importante receber 10 liras a mais ou a menos, mas alcan\u00e7ar a maior gl\u00f3ria de Deus. Se os governos n\u00e3o nos atrapalharem, o Boletim se tornar\u00e1 uma pot\u00eancia, n\u00e3o por si mesmo, mas pelas pessoas que ele reunir\u00e1\u201d.<br \/>\nSegundo a intui\u00e7\u00e3o de Dom Bosco, o Boletim Salesiano n\u00e3o \u00e9 uma simples cr\u00f4nica dos acontecimentos, mas divulga o esp\u00edrito da Congrega\u00e7\u00e3o, atrav\u00e9s da narra\u00e7\u00e3o de fatos e obras, mais do que atrav\u00e9s da difus\u00e3o de ideias demonstradas especulativamente. Oferece uma leitura da realidade contempor\u00e2nea do ponto de vista salesiano e acolhe as provoca\u00e7\u00f5es do mundo juvenil e da Igreja em vista de um projeto educativo e pastoral mais global.<br \/>\n<em><i>\u201cO Boletim Salesiano tinha como objetivo manter entre os membros da pia uni\u00e3o a maior identidade poss\u00edvel de pensamento e harmonia de a\u00e7\u00e3o para a realiza\u00e7\u00e3o do objetivo comum\u201d<\/i><\/em> (Mem\u00f3rias Biogr\u00e1ficas XIII, 603).<\/p>\n<p><strong><b>O diretor<br \/>\n<\/b><\/strong>Num primeiro momento, Dom Bosco cuidou pessoalmente da obra para dar-lhe a dire\u00e7\u00e3o que pretendia; depois, confiou-o a um de seus colaboradores mais pr\u00f3ximos, o P. Jo\u00e3o Bonetti. Este \u00faltimo, excelente escritor, mas tamb\u00e9m um polemista nato, \u00e0s vezes se permitia algumas licen\u00e7as a mais, ampliando certas not\u00edcias e acabando por ofender certas sensibilidades civis e eclesi\u00e1sticas. Dom Bosco o chamava a uma maior serenidade: preferia simplesmente tornar conhecidas as obras salesianas em tom simples, em vez de se envolver em pol\u00eamicas por meio da imprensa. Colaborou com ele, tornando-se o primeiro sucessor, ainda durante a vida de Dom Bosco, o P. Jo\u00e3o Batista Lemoyne, o famoso escritor das monumentais <em><i>Mem\u00f3rias Biogr\u00e1ficas<\/i><\/em> de Dom Bosco.<\/p>\n<p><strong><b>Outras l\u00ednguas<br \/>\n<\/b><\/strong>A presen\u00e7a de obras salesianas na Fran\u00e7a desde 1875 e tamb\u00e9m a necessidade de alcan\u00e7ar um n\u00famero sempre maior de benfeitores abastados na Europa, presumivelmente capazes de ler franc\u00eas (belgas, poloneses&#8230;), levou Dom Bosco a publicar uma edi\u00e7\u00e3o do Boletim nessa l\u00edngua. O <em><i>Bulletin sal\u00e9sien<\/i><\/em> franc\u00eas come\u00e7ou em G\u00eanova-Sampierdarena em abril de 1879. Ainda em vida de Dom Bosco, foram publicadas duas edi\u00e7\u00f5es em espanhol: a primeira na Argentina e a segunda na Espanha, mas impressa em Turim. O Boletim Salesiano chegou \u00e0s casas de ricos e pobres, nobres e cidad\u00e3os comuns, autoridades civis e religiosas, estudiosos e pessoas simples, cat\u00f3licos ou n\u00e3o, na It\u00e1lia e no exterior. Dom Bosco n\u00e3o hesitou em mandar encadernar alguns n\u00fameros e presente\u00e1-los \u00e0 fam\u00edlia imperial de Viena e a outras casas reinantes. Com uma tiragem que rapidamente passou de alguns milhares a dezenas de milhares de exemplares na morte de Dom Bosco, o Boletim Salesiano, na aus\u00eancia dos modernos meios de comunica\u00e7\u00e3o social (r\u00e1dio, TV, redes sociais&#8230;), contribuiu muito para a \u201cfortuna\u201d da Fam\u00edlia Salesiana: em termos de voca\u00e7\u00f5es de salesianos e de Filhas de Maria Auxiliadora, de obras salesianas e, por que n\u00e3o dizer, de apoio econ\u00f4mico.<\/p>\n<p><strong><b>Sempre \u00fanico<br \/>\n<\/b><\/strong>Em tantos anos de vida, o Boletim Salesiano, idealizado e produzido com enorme sucesso por Dom Bosco, passou do preto e branco ao colorido, atualizou continuamente a arte gr\u00e1fica, diversificou as rubricas, multiplicou a circula\u00e7\u00e3o e est\u00e1 <em><i>online<\/i><\/em>. Hoje, ele \u00e9 impresso em 63 edi\u00e7\u00f5es, em 31 idiomas diferentes e chega a mais de 134 na\u00e7\u00f5es. Cada um \u00e9 diferente, cada um tem suas pr\u00f3prias necessidades e leitores, mas cada um quer ser fiel \u00e0 inspira\u00e7\u00e3o original de Dom Bosco. Este, que voc\u00eas est\u00e3o lendo, est\u00e1 acess\u00edvel em todos os pa\u00edses; traduzido, leva mensalmente a palavra do Reitor-Mor a todas as partes do mundo todos os meses.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>\u00c9 difundido em todo o mundo em dezenas de l\u00ednguas diferentes. 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