{"id":30099,"date":"2024-09-25T07:16:15","date_gmt":"2024-09-25T07:16:15","guid":{"rendered":"https:\/\/exciting-knuth.178-32-140-152.plesk.page\/?p=30099"},"modified":"2024-09-25T07:17:19","modified_gmt":"2024-09-25T07:17:19","slug":"o-bom-pastor-da-sua-vida-don-elia-comini-no-80o-aniversario-de-seu-sacrificio","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.donbosco.press\/pt-pt\/nossos-santos\/o-bom-pastor-da-sua-vida-don-elia-comini-no-80o-aniversario-de-seu-sacrificio\/","title":{"rendered":"O Bom Pastor d\u00e1 sua vida: Don Elia Comini no 80\u00ba anivers\u00e1rio de seu sacrif\u00edcio"},"content":{"rendered":"\n<p class=\"wp-block-paragraph\">&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Monte Sole \u00e9 uma montanha nos Apeninos bolonheses que, at\u00e9 a Segunda Guerra Mundial, tinha v\u00e1rios pequenos vilarejos habitados ao longo de seus cumes: entre 29 de setembro e 5 de outubro de 1944, seus habitantes, em sua maioria crian\u00e7as, mulheres e idosos, foram v\u00edtimas de um terr\u00edvel massacre pelas tropas <em>da SS<\/em> (<strong>Schutzstaffel<\/strong>, \u201cesquadr\u00f5es de prote\u00e7\u00e3o\u201d; uma organiza\u00e7\u00e3o paramilitar do Partido Nacional Socialista dos Trabalhadores Alem\u00e3es criada na Alemanha nazista). 780 pessoas morreram, muitas delas refugiadas em igrejas. Cinco padres perderam suas vidas, incluindo o P. Jo\u00e3o Fornasini, proclamado beato e m\u00e1rtir em 2021 pelo Papa Francisco.<br>Esse \u00e9 um dos massacres mais hediondos realizados pelas <em>SS<\/em> nazistas na Europa durante a Segunda Guerra Mundial, que ocorreu em torno de Monte Sole, nos territ\u00f3rios de Marzabotto, Grizzana Morandi e Monzuno (Bolonha) e comumente conhecido como o \u201cmassacre de Marzabotto\u201d. Entre as v\u00edtimas estavam v\u00e1rios sacerdotes e religiosos, entre os quais o salesiano P. Elias Comini, que durante toda a sua vida e at\u00e9 o fim se esfor\u00e7ou para ser um bom pastor e se dedicar sem reservas, generosamente, em um \u00eaxodo de si mesmo sem retorno. Essa \u00e9 a verdadeira ess\u00eancia de sua caridade pastoral, que o apresenta como um modelo de pastor que cuida do rebanho, pronto para dar a vida por ele, em defesa dos fracos e dos inocentes.<br><br><strong>\u201cRecebe-me como uma v\u00edtima expiat\u00f3ria\u201d<\/strong><br>Elias Comini nasceu em Calvenzano di Vergato (Bolonha) em 7 de maio de 1910. Seus pais Cl\u00e1udio, carpinteiro, e Ema Limoni, costureira, o prepararam para a vida e o educaram na f\u00e9. Ele foi batizado em Calvenzano. Em Salvaro di Grizzana, fez a Primeira Comunh\u00e3o e recebeu a Crisma. Desde cedo, demonstrou grande interesse pelo catecismo, pelos servi\u00e7os religiosos e pelo canto, em uma amizade serena e alegre com seus companheiros. O arcipreste de Salvaro, Monsenhor Fidenzio Mellini, quando era jovem soldado em Turim, frequentou o orat\u00f3rio de Valdocco e conheceu Dom Bosco, que lhe profetizou o sacerd\u00f3cio. Monsenhor Mellini estimava muito Elias por sua f\u00e9, bondade e habilidades intelectuais \u00fanicas e o incentivou a se tornar um dos filhos de Dom Bosco. Por esse motivo, ele o encaminhou para o pequeno semin\u00e1rio salesiano em Finale Emilia (Modena), onde Elias cursou o ensino m\u00e9dio e o gin\u00e1sio. Em 1925, ingressou no noviciado salesiano em Castel De\u2019 Britti (Bolonha) e fez sua profiss\u00e3o religiosa em 3 de outubro de 1926. Nos anos de 1926-1928, como estudante de filosofia, frequentou o liceu salesiano de Valsalice (Turim), onde se encontrava o t\u00famulo de Dom Bosco. Foi nesse lugar que Elias iniciou uma exigente jornada espiritual, testemunhada por um di\u00e1rio que ele manteve at\u00e9 pouco mais de dois meses antes de sua tr\u00e1gica morte. S\u00e3o p\u00e1ginas que revelam uma vida interior t\u00e3o profunda quanto n\u00e3o \u00e9 percebida do lado de fora. Na v\u00e9spera da renova\u00e7\u00e3o de seus votos, ele escreveu: \u201cEstou mais feliz do que nunca neste dia, na v\u00e9spera do holocausto que espero que vos seja agrad\u00e1vel. Recebe-me como uma v\u00edtima expiat\u00f3ria, mesmo que eu n\u00e3o mere\u00e7a. Se cr\u00eas, d\u00e1-me alguma recompensa: perdoa os meus pecados da vida passada; ajuda-me a me tornar santo.\u201d<br>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Completou seu tiroc\u00ednio pr\u00e1tico como educador assistente em Finale Emilia, Sondrio e Chiari. Formou-se em Literatura na Universidade P\u00fablica de Mil\u00e3o. Em 16 de mar\u00e7o de 1935, foi ordenado sacerdote em Brescia. Ele escreveu: \u201cPedi a Jesus: a morte, em vez de falhar em minha voca\u00e7\u00e3o sacerdotal; e amor heroico pelas almas\u201d. De 1936 a 1941, lecionou Literatura no aspirantado \u201cS\u00e3o Bernardino\u201d, em Chiari (Brescia), dando excelentes provas de seu talento pedag\u00f3gico e de sua aten\u00e7\u00e3o aos jovens. Nos anos de 1941-1944, a obedi\u00eancia religiosa o transferiu para o instituto salesiano de Treviglio (B\u00e9rgamo). Ele encarnou de modo especial a caridade pastoral de Dom Bosco e os tra\u00e7os da bondade salesiana, que transmitiu aos jovens com seu car\u00e1ter af\u00e1vel, sua bondade e seu sorriso.<br><br><strong>Tr\u00edduo de paix\u00e3o<\/strong><br>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; A do\u00e7ura habitual de seu comportamento e a dedica\u00e7\u00e3o heroica ao minist\u00e9rio sacerdotal brilharam claramente durante as curtas estadias anuais de ver\u00e3o com a m\u00e3e, que ficava sozinha em Salvaro, e na par\u00f3quia que adotou, onde o Senhor mais tarde pediria ao padre Elias a doa\u00e7\u00e3o total de sua exist\u00eancia. Algum tempo antes, ele havia escrito em seu di\u00e1rio: \u201cO pensamento de que devo morrer sempre persiste em mim. Quem sabe! Fa\u00e7amos como o servo fiel, sempre preparado para o chamado, para prestar contas da sua gest\u00e3o\u201d. Estamos no per\u00edodo de junho a setembro de 1944, quando a terr\u00edvel situa\u00e7\u00e3o criada na \u00e1rea entre Monte Salvaro e Monte Sole, com o avan\u00e7o da linha de frente dos Aliados, a brigada guerrilheira \u201cStella Rossa\u201d (Estrela Vermelha) instalada nas alturas e os nazistas em risco de ficarem encurralados, levou a popula\u00e7\u00e3o \u00e0 beira da destrui\u00e7\u00e3o total.<br>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Em 23 de julho, os nazistas, ap\u00f3s a morte de um de seus soldados, iniciaram uma s\u00e9rie de repres\u00e1lias: dez homens foram mortos, casas foram incendiadas. O P. Comini faz o poss\u00edvel para acolher os parentes dos mortos e esconder os procurados. Ele tamb\u00e9m ajuda o idoso p\u00e1roco de S\u00e3o Miguel di Salvaro, Monsenhor Fidenzio Mellini: d\u00e1 catequese, conduz exerc\u00edcios espirituais, celebra, prega, exorta, toca, canta e faz as pessoas cantarem para manter a calma em uma situa\u00e7\u00e3o que est\u00e1 caminhando para o pior. Depois, junto com o P. Martinho Capelli, um dehoniano, o P. Elias corre continuamente para ajudar, consolar, administrar os sacramentos e enterrar os mortos. Em alguns casos, ele at\u00e9 conseguiu salvar grupos de pessoas, conduzindo-as \u00e0 casa paroquial. Seu hero\u00edsmo se manifesta com clareza cada vez maior no final de setembro de 1944, quando a <em>Wehrmacht<\/em> (For\u00e7as Armadas Alem\u00e3s) cede espa\u00e7o \u00e0s terr\u00edveis <em>SS.<\/em><br>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; O tr\u00edduo da paix\u00e3o do P. Elias Comini e do P. Martinho Capelli come\u00e7a na sexta-feira, 29 de setembro. Os nazistas causam p\u00e2nico na regi\u00e3o de Monte Salvaro e a popula\u00e7\u00e3o se dirige \u00e0 par\u00f3quia em busca de prote\u00e7\u00e3o. O P. Comini, arriscando sua vida, esconde cerca de setenta homens em uma sala adjacente \u00e0 sacristia, cobrindo a porta com um guarda-roupa velho.<br>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; O estratagema \u00e9 bem-sucedido. De fato, os nazistas, revistando tr\u00eas vezes as v\u00e1rias salas, n\u00e3o percebem. Nesse meio tempo, chega a not\u00edcia de que a terr\u00edvel <em>SS<\/em> havia massacrado v\u00e1rias dezenas de pessoas em \u201cCreda\u201d, entre as quais havia feridos e moribundos que precisavam de conforto. O P. Elias celebra sua \u00faltima missa no in\u00edcio da manh\u00e3 e, em seguida, junto com o P. Martinho, levando o \u00f3leo sagrado e a Eucaristia, saem correndo na esperan\u00e7a de ainda poderem ajudar alguns dos feridos. Ele faz isso livremente. De fato, todos o dissuadem: desde o p\u00e1roco at\u00e9 as mulheres que est\u00e3o l\u00e1. \u201cN\u00e3o v\u00e1, padre. \u00c9 perigoso!\u201d Elas tentam reter o P. Elias e o P. Martinho \u00e0 for\u00e7a, mas eles tomam essa decis\u00e3o com plena consci\u00eancia do perigo de morte. O P. Elias diz: \u201cRezem, rezem por mim, porque tenho uma miss\u00e3o a cumprir\u201d; \u201cRezem por mim, n\u00e3o me deixem sozinho!\u201d.<br>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Perto de Creda di Salvaro, os dois padres s\u00e3o capturados; usados \u201ccomo juggernauts\u201d, s\u00e3o for\u00e7ados a carregar muni\u00e7\u00e3o e, \u00e0 noite, s\u00e3o trancados no est\u00e1bulo de Pioppe di Salvaro. No s\u00e1bado, 30 de setembro, o P. Elias e o P. Martinho gastaram toda a sua energia consolando os muitos homens presos com eles. O prefeito comiss\u00e1rio de Vergato, Em\u00edlio Veggetti, que n\u00e3o conhecia o P. Martinho, mas conhecia muito bem o P. Elias, tenta em v\u00e3o obter a liberta\u00e7\u00e3o dos prisioneiros. Os dois padres continuam a rezar e a consolar. \u00c0 noite, eles se confessam reciprocamente.<br>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; No dia seguinte, domingo, 1\u00ba de outubro de 1944, ao anoitecer, a metralhadora ceifa inexoravelmente as 46 v\u00edtimas do que entraria para a hist\u00f3ria como o \u201cMassacre de Pioppe di Salvaro\u201d: eram os homens considerados incapazes para o trabalho; entre eles, os dois padres, jovens e os for\u00e7ados dois dias antes a fazer trabalhos pesados. Testemunhas que estavam a uma curta dist\u00e2ncia, em linha reta, do local do massacre puderam ouvir a voz do P. Comini entoando as Ladainhas e depois ouviram o som de tiros. O P. Comini, antes de cair morto, deu a absolvi\u00e7\u00e3o a todos e gritou: \u201cMiseric\u00f3rdia, miseric\u00f3rdia!\u201d, enquanto o P. Capelli se levantou aos fundos e fez grandes sinais da cruz, at\u00e9 cair de costas com os bra\u00e7os abertos em cruz. Nenhum corpo p\u00f4de ser recuperado. Depois de vinte dias, as grades foram abertas e as \u00e1guas do Reno varreram os restos mortais, perdendo completamente o rastro deles. Naquele lugar, as pessoas morriam em meio a b\u00ean\u00e7\u00e3os e invoca\u00e7\u00f5es, em meio a ora\u00e7\u00f5es, atos de arrependimento e perd\u00e3o. Aqui, como em outros lugares, as pessoas morreram como crist\u00e3s, com f\u00e9, com seus cora\u00e7\u00f5es voltados para Deus na esperan\u00e7a da vida eterna.<br><br><strong>Hist\u00f3ria do massacre de Montesole<\/strong><br>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Entre 29 de setembro e 5 de outubro de 1944, 770 pessoas foram mortas, mas, no total, as v\u00edtimas dos nazistas e fascistas, desde a primavera de 1944 at\u00e9 a liberta\u00e7\u00e3o, foram 955, distribu\u00eddas em 115 locais diferentes em um vasto territ\u00f3rio que inclu\u00eda os munic\u00edpios de Marzabotto, Grizzana e Monzuno (e algumas partes de territ\u00f3rios vizinhos). Desses, 216 eram crian\u00e7as, 316 mulheres, 142 idosos, 138 v\u00edtimas reconhecidas como guerrilheiros e cinco sacerdotes, cuja culpa aos olhos dos nazistas consistia em ter estado pr\u00f3ximos, com ora\u00e7\u00f5es e ajuda material, de toda a popula\u00e7\u00e3o de Monte Sole durante os tr\u00e1gicos meses de guerra e ocupa\u00e7\u00e3o militar. Junto com o P. Elias Comini, salesiano, e o P. Martinho Capelli, dehoniano, tr\u00eas sacerdotes da Arquidiocese de Bolonha tamb\u00e9m foram mortos naqueles dias tr\u00e1gicos: P. Ubaldo Marchioni, P. Ferdinando Casagrande e P. Jo\u00e3o Fornasini. A causa de beatifica\u00e7\u00e3o e canoniza\u00e7\u00e3o de todos os cinco est\u00e1 em andamento. O P. Jo\u00e3o, o \u201cAnjo de Marzabotto\u201d, morreu em 13 de outubro de 1944. Ele tinha vinte e nove anos e seu corpo permaneceu insepulto at\u00e9 1945, quando foi encontrado com muitas torturas. Ele foi beatificado em 26 de setembro de 2021. O padre Ubaldo morreu em 29 de setembro, assassinado por uma metralhadora no altar de sua igreja em Casaglia; ele tinha 26 anos de idade e havia sido ordenado sacerdote dois anos antes. Soldados nazistas encontraram a ele e \u00e0 comunidade durante a reza do ros\u00e1rio. Ele foi morto ali, aos p\u00e9s do altar. Os outros \u2013 mais de 70 \u2013 no cemit\u00e9rio pr\u00f3ximo. O P. Ferdinando foi morto com um tiro na nuca em 9 de outubro, junto com sua irm\u00e3 J\u00falia; ele tinha 26 anos de idade.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Monte Sole \u00e9 uma montanha nos Apeninos bolonheses que, at\u00e9 a Segunda Guerra Mundial,&#8230;<\/p>\n","protected":false},"author":6,"featured_media":30092,"comment_status":"closed","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"iawp_total_views":11,"footnotes":""},"categories":[167],"tags":[2565,2561,2557,1881,1845,2226,2228,2619,2025],"class_list":["post-30099","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-nossos-santos","tag-caridade","tag-carisma-salesiano","tag-deus","tag-martires","tag-nossos-herois","tag-salesianos","tag-santos","tag-testemunhos","tag-virtude"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.donbosco.press\/pt-pt\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/30099","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.donbosco.press\/pt-pt\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.donbosco.press\/pt-pt\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.donbosco.press\/pt-pt\/wp-json\/wp\/v2\/users\/6"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.donbosco.press\/pt-pt\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=30099"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/www.donbosco.press\/pt-pt\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/30099\/revisions"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.donbosco.press\/pt-pt\/wp-json\/wp\/v2\/media\/30092"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.donbosco.press\/pt-pt\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=30099"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.donbosco.press\/pt-pt\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=30099"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.donbosco.press\/pt-pt\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=30099"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}