{"id":20149,"date":"2023-12-13T13:45:47","date_gmt":"2023-12-13T13:45:47","guid":{"rendered":"https:\/\/exciting-knuth.178-32-140-152.plesk.page\/?p=20149"},"modified":"2024-02-02T16:34:59","modified_gmt":"2024-02-02T16:34:59","slug":"zatti-bom-samaritano-para-os-doentes-medicos-e-enfermeiros-videos","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.donbosco.press\/pt-pt\/nossos-santos\/zatti-bom-samaritano-para-os-doentes-medicos-e-enfermeiros-videos\/","title":{"rendered":"Zatti: bom samaritano, para os doentes, m\u00e9dicos e enfermeiros (v\u00eddeos)"},"content":{"rendered":"\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong><strong>Hospital-Zatti<\/strong><\/strong><br>Zatti e o hospital eram um bin\u00f4mio insepar\u00e1vel. O padre Entraigas se lembra de que, quando havia uma chamada telef\u00f4nica, o coadjutor quase gritava: \u201cZatti-Hospital\u201d. Sem perceber, ele expressava <strong>a realidade insepar\u00e1vel entre sua pessoa e o hospital<\/strong>. Ele se tornou respons\u00e1vel pelo hospital em 1913, ap\u00f3s a morte do Padre Garrone e a sa\u00edda de Jacinto Massini da Congrega\u00e7\u00e3o; assumiu gradualmente todas as tarefas, mas era, antes de tudo e inequivocamente, o \u201cenfermeiro\u201d do <em>S\u00e3o Jos\u00e9<\/em>. Ele n\u00e3o continuou a sua prepara\u00e7\u00e3o de qualquer jeito; mas tentou aperfei\u00e7oar o que havia aprendido empiricamente por meio do estudo pessoal. Ele continuou a estudar durante toda a sua vida e, acima de tudo, adquiriu uma grande experi\u00eancia em seus 48 anos de pr\u00e1tica no <em>S\u00e3o Jos\u00e9<\/em>. O Dr. Sussini, que estava entre aqueles que trabalharam por mais tempo no <em>S\u00e3o Jos\u00e9<\/em>, depois de afirmar que Zatti tratava os doentes \u201c<strong><em><strong><em>com santa voca\u00e7\u00e3o<\/em><\/strong><\/em><\/strong>\u201d, acrescenta: \u201cAt\u00e9 onde sei, o Sr. Zatti, desde que o conheci, sendo um homem maduro, j\u00e1 treinado, n\u00e3o havia negligenciado sua cultura geral, nem seu conhecimento de enfermagem e prepara\u00e7\u00e3o farmac\u00eautica\u201d.<br>O Padre De Roia fala sobre a forma\u00e7\u00e3o profissional de Zatti da seguinte maneira: \u201cSobre a quest\u00e3o da forma\u00e7\u00e3o cultural e profissional, lembro-me de ter visto livros e publica\u00e7\u00f5es sobre medicina e perguntei-lhe uma vez quando ele os lia, e ele respondeu que o fazia \u00e0 noite ou durante a hora da sesta dos pacientes, assim que terminava suas tarefas no hospital. Ele tamb\u00e9m me disse que o Dr. Sussini \u00e0s vezes lhe emprestava alguns livros e vi que ele consultava com frequ\u00eancia o \u00abVademecum e Receitu\u00e1rios\u00bb\u201d.<br>O Dr. Pedro Echay afirma que, para Zatti, \u201c<strong><em><strong><em>o Hospital <\/em><\/strong><\/em>era um Santu\u00e1rio<\/strong>\u201d. O Padre Feliciano L\u00f3pez descreve a posi\u00e7\u00e3o de Zatti no hospital da seguinte forma, ap\u00f3s uma longa conviv\u00eancia com ele: \u201cZatti era um homem de governo, sabia expressar claramente o que queria, mas <strong>acompanhava suas a\u00e7\u00f5es com gentileza, respeito e alegria<\/strong>. Nunca perdia a calma; na verdade, ele minimizava as coisas com bom humor, mas seu exemplo de dilig\u00eancia era impressionante, e mais do que um diretor, sem t\u00edtulo, ele se tornou uma esp\u00e9cie de trabalhador universal. Al\u00e9m disso, ele avan\u00e7ou rapidamente na compet\u00eancia profissional, at\u00e9 ganhar tamb\u00e9m o respeito dos m\u00e9dicos e, mais ainda, dos subordinados. Por isso, nunca ouvi dizer que naquele pequeno mundo de 60 ou 70 pacientes internados, nos primeiros tempos v\u00e1rias freiras, mulheres que prestavam seus servi\u00e7os e algumas enfermeiras, nem sempre reinava a paz e, mesmo que, como \u00e9 l\u00f3gico, \u00e0s vezes houvesse brigas, estas n\u00e3o degeneravam gra\u00e7as \u00e0 prud\u00eancia de Zatti, que sabia remediar os desvios\u201d.<br>O <em>Hospital S\u00e3o Jos\u00e9 <\/em>era um santu\u00e1rio especial do sofrimento humano, onde Art\u00eamides, em cada irm\u00e3o e irm\u00e3 necessitados, abra\u00e7ava e curava a carne sofredora de Cristo, dando significado e esperan\u00e7a ao sofrimento humano. Zatti \u2013 e com ele muitos homens e mulheres de boa vontade \u2013 <strong>encarnou a par\u00e1bola do Bom Samaritano<\/strong>: ele se aproximou, estendeu a m\u00e3o, levantou e cuidou. Para ele, cada pessoa doente era como um filho a ser amado. Homens e mulheres, grandes e pequenos, ricos e pobres, inteligentes e ignorantes, todos eram tratados com respeito e amor, sem incomodar ou rejeitar os insolentes e desagrad\u00e1veis. Ele costumava dizer: \u201c\u00c0s vezes, pode acontecer algu\u00e9m com um rosto simp\u00e1tico, outras vezes algu\u00e9m antip\u00e1tico; mas diante de Deus somos todos iguais\u201d.<br>Se havia pobreza de recursos, e se muitos dos que estavam hospitalizados eram pobres, mesmo assim Zatti, no hospital, dados os tempos, os lugares e as situa\u00e7\u00f5es de todos os hospitais, mesmo os nacionais da \u00e9poca, seguia as regras corretas de sa\u00fade e higiene. Naquela \u00e9poca, eles procediam com crit\u00e9rios mais amplos, mas n\u00e3o h\u00e1 nenhuma evid\u00eancia de que o salesiano coadjutor, como enfermeiro, tenha faltado com a justi\u00e7a e a caridade para com os doentes. Era bem instru\u00eddo para sua tarefa e bem experiente, sabia o que tinha de fazer e os limites de sua compet\u00eancia, e n\u00e3o h\u00e1 lembran\u00e7a de qualquer erro, qualquer neglig\u00eancia ou qualquer acusa\u00e7\u00e3o contra ele. O Dr. Sussini disse: \u201cEm suas interven\u00e7\u00f5es com os doentes, ele sempre respeitou os regulamentos legais, sem ultrapassar seus poderes [&#8230;]. Gostaria de salientar que, em todas as suas interven\u00e7\u00f5es, ele consultava algum m\u00e9dico entre aqueles que estavam sempre ao seu lado para apoi\u00e1-lo. At\u00e9 onde sei, ele fez isso de forma correta. At\u00e9 onde sei, ele n\u00e3o realizou nenhuma interven\u00e7\u00e3o dif\u00edcil [&#8230;]. \u00c9 certo que ele seguia as prescri\u00e7\u00f5es higi\u00eanicas estabelecidas, embora \u00e0s vezes, devido \u00e0 sua grande f\u00e9, as considerasse excessivas. O cen\u00e1rio socioecon\u00f4mico no qual o Sr. Zatti realizava seu trabalho era principalmente de baixa renda e instru\u00e7\u00e3o. Em seu trabalho dentro do hospital, ele colocava em pr\u00e1tica os conhecimentos bem estabelecidos de higiene e t\u00e9cnica que j\u00e1 conhecia e outros que aprendia perguntando aos profissionais. Fora do hospital, sua a\u00e7\u00e3o era mais dif\u00edcil, pois mudar o ambiente existente era muito dif\u00edcil e estava al\u00e9m de seus esfor\u00e7os\u201d.<br>Lu\u00eds Palma expande sua considera\u00e7\u00e3o: \u201cEra de conhecimento geral em Viedma a discri\u00e7\u00e3o e a prud\u00eancia do comportamento do Sr. Zatti; por outro lado, qualquer abuso nessa quest\u00e3o se tornaria rapidamente de conhecimento geral em uma pequena popula\u00e7\u00e3o como Viedma e nunca se ouviu falar nada. O Sr. Zatti nunca excedeu sua compet\u00eancia. N\u00e3o acredito que ele tenha realizado opera\u00e7\u00f5es dif\u00edceis. Se tivesse havido algum abuso, os m\u00e9dicos teriam relatado, mas eles apenas elogiaram o trabalho do Sr. Zatti [&#8230;]. O Sr. Zatti tomou as devidas precau\u00e7\u00f5es higi\u00eanicas. Sei disso porque ele me tratou em v\u00e1rias ocasi\u00f5es: inje\u00e7\u00f5es ou pequenos cuidados com toda a dilig\u00eancia\u201d.<br>Para um homem que dedicou toda a sua vida com enorme sacrif\u00edcio aos doentes, que <strong>era procurado por eles como uma b\u00ean\u00e7\u00e3o<\/strong>, que conquistou a estima de todos os m\u00e9dicos que colaboraram com ele e contra o qual nunca se poderia levantar uma voz de acusa\u00e7\u00e3o, seria injusto ter contra ele algumas liberdades que sua experi\u00eancia e prud\u00eancia poderiam lhe permitir em alguma circunst\u00e2ncia particular: o sublime exerc\u00edcio da caridade, mesmo nesse caso, valia mais do que a observ\u00e2ncia de uma prescri\u00e7\u00e3o formal.<br><br><strong>Com o cora\u00e7\u00e3o de Dom Bosco<br><\/strong>Em Zatti se realizou o que Dom Bosco havia recomendado aos primeiros mission\u00e1rios salesianos que partiam para a Argentina: \u201c<strong>Cuidai de modo especial dos doentes, meninos, velhos e pobres, e ganhareis as b\u00ean\u00e7\u00e3os de Deus e a benevol\u00eancia dos homens<\/strong>\u201d. Como um bom samaritano, Zatti acolheu na hospedaria de seu cora\u00e7\u00e3o e no Hospital S\u00e3o Jos\u00e9, em Viedma, os pobres, os doentes e os rejeitados pela sociedade. Em cada um deles visitou Cristo, cuidou de Cristo, alimentou Cristo, vestiu Cristo, abrigou Cristo, honrou Cristo. Como testemunhou um m\u00e9dico do hospital: \u201cO \u00fanico milagre que vi em minha vida foi o Sr. Zatti, devido \u00e0 extraordinariedade de seu car\u00e1ter, sua capacidade de servir ao pr\u00f3ximo e sua extraordin\u00e1ria paci\u00eancia com os doentes\u201d.<br>Zatti era capaz de reconhecer um presente em cada irm\u00e3o, em cada irm\u00e3, em cada pessoa especialmente pobre e necessitada que encontrava: ele era capaz de ver em cada um deles o rosto brilhante de Jesus. Quantas vezes ele exclamava ao receber uma pessoa pobre ou doente: \u201cJesus vem! \u2013 Cristo est\u00e1 chegando!\u201d. Manter o olhar fixo em Jesus, especialmente na hora da prova\u00e7\u00e3o e na noite do esp\u00edrito, ser\u00e1 a for\u00e7a que lhe permitir\u00e1 n\u00e3o cair prisioneiro de seus pr\u00f3prios pensamentos e medos.<br>No exerc\u00edcio dessa caridade, Zatti fez transparecer o abra\u00e7o de Deus por cada ser humano, especialmente pelos \u00faltimos e pelos que sofrem, envolvendo o cora\u00e7\u00e3o, a alma e todo o seu ser, porque vivia com os pobres e para os pobres. N\u00e3o era um mero servi\u00e7o, mas uma manifesta\u00e7\u00e3o tang\u00edvel do amor de Deus, reconhecendo e servindo nos pobres e nos doentes a face do Cristo sofredor com a do\u00e7ura e a ternura de uma m\u00e3e. Vivendo com os pobres, ele praticou a caridade com esp\u00edrito de pobreza. N\u00e3o era um funcion\u00e1rio ou um burocrata, um prestador de servi\u00e7os, mas um aut\u00eantico trabalhador da caridade: e ao <strong>ver, reconhecer e servir a Cristo nos pobres e exclu\u00eddos<\/strong>, ele tamb\u00e9m educava os outros. Quando pedia alguma coisa, ele a pedia para Jesus: \u201cD\u00ea-me alguma roupa para um Jesus idoso\u201d; &#8220;D\u00ea-me alguma roupa para um Jesus de 12 anos!\u201d.<br>Imposs\u00edvel n\u00e3o se lembrar de suas <strong>aventuras cicl\u00edsticas<\/strong>, de suas incans\u00e1veis pedaladas, com seu cl\u00e1ssico jaleco branco de pontas atadas e amarrado na cintura, saudado com ternura por todos os que encontrava em seu caminho. Na lenta marcha de sua bicicleta, ele tinha tempo para tudo: o cumprimento afetuoso, a palavra cordial, o conselho ponderado, alguma indica\u00e7\u00e3o terap\u00eautica, a ajuda espont\u00e2nea e desinteressada: seus grandes bolsos estavam sempre cheios de rem\u00e9dios, que distribu\u00eda aos necessitados com as m\u00e3os cheias. Ele estendia pessoalmente a m\u00e3o a quem o chamava, esbanjando n\u00e3o s\u00f3 o conhecimento m\u00e9dico que possu\u00eda, mas tamb\u00e9m a confian\u00e7a, o otimismo e a f\u00e9 que irradiavam de seu sorriso constante, largo e doce e da bondade de seu olhar; o doente grave que recebia a visita do Sr. Zatti sentia o al\u00edvio imponder\u00e1vel que recebia da pessoa que estava ao seu lado; o doente que morria na presen\u00e7a de Zatti o fazia sem ang\u00fastia ou espasmos. A caridade dispensada com tanta generosidade nas ruas lamacentas de Viedma bem merecia que Art\u00eamides Zatti fosse lembrado na cidade com uma rua, um hospital e um monumento em seu nome.<br>Exercia um apostolado humilde que dava a medida de sua caridade, mas que lhe exigia muito tempo, trabalho, dificuldades e aborrecimentos. Como sua bondade e boa vontade em servir aos outros era conhecida por todos, todos o procuravam para as mais diversas coisas. Os diretores salesianos das casas da Inspetoria lhe escreviam para pedir conselhos m\u00e9dicos, enviavam-lhe irm\u00e3os para pedir ajuda e confiavam ao seu hospital pessoas incapacitadas para o servi\u00e7o. As Filhas de Maria Auxiliadora n\u00e3o eram menos ass\u00edduas do que os salesianos no pedido de favores. Os emigrantes italianos pediam ajuda, escreviam para a It\u00e1lia, solicitavam pr\u00e1ticas. Os que haviam sido bem atendidos no hospital, como se fosse uma express\u00e3o de gratid\u00e3o, enviavam parentes e amigos para pedir ajuda, por causa da estima que tinham por ele. As autoridades civis muitas vezes tinham pessoas incapacitadas para cuidar e recorriam a Zatti. Os prisioneiros e outras pessoas, ao v\u00ea-lo em boas rela\u00e7\u00f5es com as autoridades, recomendavam que ele pedisse clem\u00eancia para eles ou resolvesse seus problemas.<br>Um fato que expressa bem o poder de autoridade de Zatti para impactar a vida das pessoas com seu testemunho evang\u00e9lico e sua palavra persuasiva \u00e9 a convers\u00e3o de Lautaro Montalva. Ele, chamado de chileno por seu pa\u00eds de origem, era um revolucion\u00e1rio, explorado pelos agitadores pol\u00edticos habituais. Difundia revistas antirreligiosas. Finalmente, abandonado por todos, caiu na pobreza e chegou ao fim da vida, com uma fam\u00edlia numerosa. Somente Zatti teve a coragem de entrar em seu casebre de madeira, resistir \u00e0 sua primeira rea\u00e7\u00e3o de rebeldia e conquist\u00e1-lo com sua caridade. O revolucion\u00e1rio se amansou e pediu para ser batizado: seus filhos tamb\u00e9m foram batizados. Zatti o internou no hospital. Pouco antes de sua morte, ele pediu ao p\u00e1roco: \u201cD\u00ea-me os sacramentos que um crist\u00e3o deve receber!\u201d A convers\u00e3o de Montalva foi uma conquista da caridade e da coragem crist\u00e3 de Zatti.<br>Zatti faz da miss\u00e3o a servi\u00e7o dos doentes o seu espa\u00e7o educativo, onde encarna cotidianamente o Sistema Preventivo de Dom Bosco \u2013 raz\u00e3o, religi\u00e3o, amorosidade \u2013 na proximidade e na assist\u00eancia aos necessitados, ajudando-os a compreender e a aceitar as situa\u00e7\u00f5es dolorosas da vida, no testemunho vivo da presen\u00e7a do Senhor.<br><br><strong>Zatti enfermeiro<br><\/strong>O perfil profissional de Art\u00eamides Zatti, que come\u00e7ou com uma promessa, estava enraizado na confian\u00e7a na Provid\u00eancia e se desenvolveu quando ele se recuperou de sua doen\u00e7a. A frase \u201cAc<strong>reditei, Prometi, Sarei<\/strong>\u201d, <strong>lema de sua canoniza\u00e7\u00e3o<\/strong>, mostra a dedica\u00e7\u00e3o total que Zatti tinha por seus irm\u00e3os e irm\u00e3s doentes, pobres e necessitados.<br>Esse compromisso ele manteve diariamente at\u00e9 sua morte no hospital S\u00e3o Jos\u00e9, fundado pelos primeiros salesianos que chegaram \u00e0 Patag\u00f4nia, e o reiterou em cada visita domiciliar, urgente ou n\u00e3o, que fazia aos doentes que precisavam dele.<br>Em sua bicicleta, no escrit\u00f3rio de administra\u00e7\u00e3o, na sala de cirurgia, no p\u00e1tio durante o recreio com seus \u201cparentes\u201d pobres, nas enfermarias do hospital que visitava todos os dias, <strong>era sempre um <\/strong><strong>enfermeiro<\/strong>; um santo enfermeiro dedicado a cuidar e aliviar, <strong>levando o melhor rem\u00e9dio<\/strong>: a presen\u00e7a alegre e otimista da empatia.<br><br><strong>Uma pessoa e uma equipe que fazem o bem<br><\/strong>Era a f\u00e9 que impulsionava Art\u00eamides Zatti a uma atividade incans\u00e1vel, mas razo\u00e1vel. Sua consagra\u00e7\u00e3o religiosa o havia introduzido direta e completamente no cuidado dos pobres, dos doentes e daqueles que necessitavam da salva\u00e7\u00e3o misericordiosa e do consolo de Deus.<br>O Sr. Zatti trabalhou no mundo da sa\u00fade ao lado de m\u00e9dicos, enfermeiros, pessoal de sa\u00fade, Filhas de Maria Auxiliadora e de muitas pessoas que colaboraram com ele no apoio ao hospital S\u00e3o Jos\u00e9, o primeiro da Patag\u00f4nia argentina, em Viedma, na primeira metade do s\u00e9culo XX.<br>A tuberculose que contraiu aos 20 anos de idade n\u00e3o foi um obst\u00e1culo para perseverar em sua escolha profissional. <strong>Ele encontrou na figura do salesiano coadjutor o estilo de compromisso para trabalhar diretamente com os pobres<\/strong>. Sua consagra\u00e7\u00e3o religiosa, vivida em sua profiss\u00e3o de enfermeiro, foi a combina\u00e7\u00e3o de sua vida dedicada a Deus e a seus irm\u00e3os. Naturalmente, isso se manifestou em uma personalidade peculiar, \u00fanica e irrepet\u00edvel. <strong>Art\u00eamides Zatti era uma pessoa boa, que trabalhava diretamente com os pobres, fazendo o bem.<\/strong><br><br>O contato direto com os pobres tinha como objetivo a sa\u00fade, ou seja, aliviar a dor, suportar o sofrimento, acompanhar os \u00faltimos momentos de suas vidas, oferecer um sorriso diante do irrevers\u00edvel, dar uma m\u00e3o com esperan\u00e7a. Por esse motivo, <strong>Zatti se tornou uma \u201cpresen\u00e7a-rem\u00e9dio\u201d<\/strong>: ele curava diretamente com sua presen\u00e7a agrad\u00e1vel.<br>Seu principal bi\u00f3grafo, o salesiano Raul Entraigas, fez uma descoberta original. Ele identificou a s\u00edntese da vida de Art\u00eamides Zatti na frase de um morador do lugar: ele parece ser \u201co parente de todos os pobres\u201d. Zatti via o pr\u00f3prio Jesus nos \u00f3rf\u00e3os, nos doentes e nos ind\u00edgenas. E ele os tratava com tanta proximidade, apre\u00e7o e amor, <strong>que parecia que todos eram seus parentes<\/strong>.<br><br><strong>Forma\u00e7\u00e3o para ajudar<br><\/strong>Vendo as necessidades da cidadezinha, <strong>Zatti aperfei\u00e7oou sua profiss\u00e3o<\/strong>. Gradualmente, ele se tornou diretor do hospital, estudou e validou seu conhecimento com o Estado quando lhe foi solicitado. Os m\u00e9dicos que trabalharam com Art\u00eamides, como o Dr. Molinari e o Dr. Sussini, testemunham que Zatti possu\u00eda um grande conhecimento m\u00e9dico, resultado n\u00e3o apenas de sua experi\u00eancia, mas tamb\u00e9m de seus estudos.<br>O P. De Roia acrescenta: \u201cQuanto \u00e0 sua forma\u00e7\u00e3o cultural e profissional, lembro-me de ter visto livros e publica\u00e7\u00f5es sobre medicina e, perguntando-lhe uma vez quando os lia, ele me disse que o fazia \u00e0 noite ou durante o descanso dos pacientes \u00e0 tarde, logo que terminava todas as suas tarefas no hospital\u201d.<br>A esse respeito, h\u00e1 um documento, \u201cCredenciais Profissionais\u201d, emitido pela Secretaria de Sa\u00fade P\u00fablica da Na\u00e7\u00e3o Argentina com o <strong>n\u00famero de registro profissional 07253<\/strong>. Trata-se de seus estudos na Universidade Nacional de La Plata em 1948, aos 67 anos de idade. A isso se soma uma certifica\u00e7\u00e3o anterior, em 1917, como \u201cId\u00f4neo\u201d em Farm\u00e1cia.<br><strong>Seu estilo de vida o levou a um compromisso no qual ele se encontrava diretamente com os pobres, os doentes e os mais necessitados<\/strong>. \u00c9 por isso que a profiss\u00e3o de enfermeiro tinha um valor agregado: sua presen\u00e7a era um testemunho da bondade de Deus. Essa maneira simples de ver a realidade pode ajudar a entender melhor a vida de Zatti, prestando aten\u00e7\u00e3o especial ao termo \u201cdiretamente\u201d.<br>Nessa perspectiva, encontramos o que h\u00e1 de mais genu\u00edno em Zatti, que enfatiza o que \u00e9 chamado de \u201cvida religiosa\u201d ou \u201cconsagra\u00e7\u00e3o\u201d. \u00c9 por isso que Art\u00eamides \u00e9 um salesiano santo. Ele \u00e9 um enfermeiro santo. Esse \u00e9 o legado que ele deixou para todos. E este \u00e9 o desafio que ele lan\u00e7a a todos e os convida a aceitar.<br><br><strong>1908<br><\/strong>Depois de recuperar a sa\u00fade, Zatti entrou para a Congrega\u00e7\u00e3o Salesiana como coadjutor. Ele come\u00e7ou a trabalhar na farm\u00e1cia do hospital S\u00e3o Jos\u00e9, o \u00fanico em Viedma.<br><strong>1911<br><\/strong>Ap\u00f3s a morte do P. Ev\u00e1sio Garrone, diretor do hospital, Zatti permaneceu no comando da farm\u00e1cia e do hospital, o primeiro da Patag\u00f4nia. Ele trabalhou l\u00e1 por quarenta anos.<br><strong>1917<br><\/strong>Ele obteve o t\u00edtulo de \u201cId\u00f4neo em Farm\u00e1cia\u201d pela Universidade de La Plata.<br><strong>1941<br><\/strong>O pr\u00e9dio do hospital \u00e9 demolido. Os pacientes e profissionais se mudam com Zatti para a escola agr\u00edcola \u201cSanto Isidoro\u201d.<br><strong>1948<br><\/strong>Zatti obteve seu registro como enfermeiro na Universidade de La Plata.<br><br><strong>Zatti com os m\u00e9dicos: ele era pai!<br><\/strong>Entre os principais colaboradores de Zatti no <em>Hospital S\u00e3o Jos\u00e9 <\/em>estavam os m\u00e9dicos. As rela\u00e7\u00f5es eram delicadas, pois um dos m\u00e9dicos era o diretor do hospital do ponto de vista jur\u00eddico e tinha responsabilidade profissional pelos pacientes. Zatti tinha responsabilidade organizacional e de enfermagem, e podiam surgir desentendimentos. Depois dos primeiros anos, v\u00e1rios m\u00e9dicos vieram para Viedma, a capital de Rio Negro, e Patagones; e Zatti teve de usar suas especializa\u00e7\u00f5es no hospital sem despertar rivalidade. Agiu de forma a conquistar a estima de todos por sua bondade e compet\u00eancia. Na documenta\u00e7\u00e3o, encontramos os nomes dos diretores Dr. Ricardo Spurr e Dr. Francisco Pietrafraccia; depois, Ant\u00f4nio Gumercindo Sussini, Ferdinando Molinari, Pedro Echay, Pasqual At\u00edlio Guidi e Jo\u00e3o Cadorna Guidi, que testemunhar\u00e3o a santidade de Zatti; e, finalmente, Harosteguy, Quaranta e Cessi. Certamente havia outros, mais de passagem, porque, ap\u00f3s um per\u00edodo de aprendizado, os m\u00e9dicos aspiravam a locais mais centrais e desenvolvidos. \u00c9 unanimemente reconhecido que Zatti, como enfermeiro, era submisso \u00e0s instru\u00e7\u00f5es e regras dos m\u00e9dicos: ele tinha grande prest\u00edgio junto a todos por causa de sua bondade e n\u00e3o suscitava reclama\u00e7\u00f5es sobre os cuidados que dava aos pacientes doentes em sua casa. O Dr. Sussini, que o acompanhou at\u00e9 a morte, declarou: \u201cTodos os m\u00e9dicos, sem exce\u00e7\u00e3o, demonstravam-lhe afeto e respeito por suas virtudes pessoais, sua bondade, sua miseric\u00f3rdia e sua f\u00e9 pura, sincera e desinteressada\u201d<a id=\"_ednref1\" href=\"#_edn1\"><sup>[i]<\/sup><\/a> .<br>O Dr. Pasqual At\u00edlio Guidi especificou: \u201cEle sempre foi correto, seguia as instru\u00e7\u00f5es dos m\u00e9dicos. Lembro-me de que o Dr. Harosteguy, que era bastante \u00abcontestador\u00bb, nervoso, quando eu estava presente durante uma opera\u00e7\u00e3o, \u00e0s vezes culpava o Sr. Zatti por seus problemas; mas, no final da opera\u00e7\u00e3o, ele lhe dava um tapinha nas costas e pedia desculpas. Dessa forma, entend\u00edamos que n\u00e3o havia tanta m\u00e1goa contra Zatti. Zatti era uma pessoa respeitada por todos\u201d<a id=\"_ednref2\" href=\"#_edn2\"><sup>[ii]<\/sup><\/a> . A filha do Dr. Harosteguy e o Dr. Echay confirmam o car\u00e1ter forte de Harosteguy e as explos\u00f5es injustificadas contra Zatti, que o conquistou com sua toler\u00e2ncia. De fato, foi justamente o Dr. Harosteguy, quando adoeceu, que s\u00f3 permitiu que Zatti o visitasse, apreciando sua presen\u00e7a e proximidade.<br>O Dr. Molinari testemunhou: \u201cO Sr. Zatti respeitava o corpo m\u00e9dico e seguia rigorosamente suas instru\u00e7\u00f5es. Mas, devido ao grande n\u00famero de pacientes que exigiam exclusivamente sua interven\u00e7\u00e3o, ele teve que agir muitas vezes espontaneamente, mas sempre com base em seu grande conhecimento, sua experi\u00eancia e de acordo com seu pr\u00f3prio conhecimento m\u00e9dico. Ele nunca se atreveu a uma cirurgia dif\u00edcil. Ele sempre chamava o m\u00e9dico. N\u00f3s, m\u00e9dicos, t\u00ednhamos carinho, respeito e admira\u00e7\u00e3o pelo Sr. Zatti. Esse sentimento era geral [&#8230;] eu diria que os pacientes \u00abadoravam\u00bb o Sr. Zatti e tinham uma confian\u00e7a cega nele\u201d<a id=\"_ednref3\" href=\"#_edn3\"><sup>[iii]<\/sup><\/a> .<br>O Dr. Echay faz esta observa\u00e7\u00e3o singular: \u201cCom toda a equipe do hospital, Zatti era um pai; mesmo conosco, m\u00e9dicos mais jovens, ele era um bom conselheiro\u201d<a id=\"_ednref4\" href=\"#_edn4\"><sup>[iv]<\/sup><\/a> . Com rela\u00e7\u00e3o \u00e0s visitas que Zatti fazia \u00e0 cidade, o Dr. Guidi diz: \u201cOs m\u00e9dicos nunca viram esse trabalho de Zatti de forma negativa, mas como uma colabora\u00e7\u00e3o. [&#8230;]. Os pacientes que ele atendia ergueriam um monumento a ele\u201d<a id=\"_ednref5\" href=\"#_edn5\"><sup>[v]<\/sup><\/a> .<br>Mesmo as pessoas de fora sempre viram rela\u00e7\u00f5es estreitas de colabora\u00e7\u00e3o e estima entre Zatti e os m\u00e9dicos, como testemunha o Padre L\u00f3pez: \u201cO comportamento do Sr. Zatti com os m\u00e9dicos era considerado por eles como cordial. Todos os m\u00e9dicos com quem conversei eram, sem exce\u00e7\u00e3o, seus admiradores\u201d<a id=\"_ednref6\" href=\"#_edn6\"><sup>[vi]<\/sup><\/a> . E o pr\u00f3prio Padre L\u00f3pez: \u201cSempre houve a reputa\u00e7\u00e3o da amabilidade de Zatti para com os m\u00e9dicos, sua toler\u00e2ncia e humanidade diante da rudeza t\u00edpica de muitos m\u00e9dicos; em particular, o Dr. Harosteguy era um homem violento e a virtude de Zatti para com ele pode ser deduzida porque ele se tornou um admirador de Zatti, com tons de venera\u00e7\u00e3o\u201d<a id=\"_ednref7\" href=\"#_edn7\"><sup>[vii]<\/sup><\/a> . Oscar Garcia usa uma express\u00e3o significativa: \u201cOs m\u00e9dicos colaboravam com o hospital em boa parte porque o Sr. Zatti estava l\u00e1 com uma caridade que comovia os cora\u00e7\u00f5es\u201d<a id=\"_ednref8\" href=\"#_edn8\"><sup>[viii]<\/sup><\/a> . Sua vida abalou a indiferen\u00e7a religiosa de alguns deles: \u201cQuando vejo Zatti, minha descren\u00e7a vacila\u201d<a id=\"_ednref9\" href=\"#_edn9\"><sup>[ix]<\/sup><\/a> . Em n\u00e3o poucos casos, houve convers\u00f5es e in\u00edcio de vida crist\u00e3.<br><br><strong>Zatti e as enfermeiras: ele era tudo para n\u00f3s!<br><\/strong>O maior grupo que prestava servi\u00e7os ao hospital era a equipe feminina. O <em>S\u00e3o Jos\u00e9 <\/em>tinha at\u00e9 70 leitos em alguns momentos, e \u00e9 natural que fossem necess\u00e1rias enfermeiras treinadas profissionalmente, ajudantes de cozinha, lavadeiras e engomadeiras, faxineiras e outros funcion\u00e1rios. Para as ocupa\u00e7\u00f5es mais humildes e comuns, n\u00e3o era dif\u00edcil encontrar pessoal, porque a popula\u00e7\u00e3o tinha muitos elementos pobres e um est\u00e1gio no hospital parecia particularmente desej\u00e1vel e seguro. Mais dif\u00edcil foi encontrar as enfermeiras para as quais, talvez em todo o pa\u00eds e certamente na Patag\u00f4nia, n\u00e3o havia escolas de prepara\u00e7\u00e3o. Zatti teve que prover sozinho: escolher, treinar, organizar, auxiliar as enfermeiras, obter os meios de trabalho, pensar no pagamento, a tal ponto que ele foi o iniciador no treinamento da equipe feminina do hospital.<br>A Provid\u00eancia trouxe para o hospital v\u00e1rias jovens boas, mas pobres, que depois de serem assistidas e curadas estavam procurando um lugar na vida. Zatti se deu conta da bondade e da disponibilidade delas; mostrou, com seu exemplo e sua palavra, como era belo servir ao Senhor nos irm\u00e3os e irm\u00e3s doentes; e ent\u00e3o fez a discreta proposta de ficarem com ele e compartilharem a miss\u00e3o no hospital. As melhores mo\u00e7as sentiram a grandeza e a alegria desse ideal e ficaram no <em>S\u00e3o Jos\u00e9<\/em>. Zatti assumiu a responsabilidade de prepar\u00e1-las profissionalmente e, como bom religioso, cuidou de sua forma\u00e7\u00e3o espiritual. Assim, elas passaram a constituir-se como grupo numa esp\u00e9cie de congrega\u00e7\u00e3o sem votos, de almas escolhidas que optaram por servir aos pobres. Zatti lhes dava tudo o que precisavam para a vida, mesmo que normalmente n\u00e3o lhes pagasse, e pensava em uma boa acomoda\u00e7\u00e3o caso quisessem deixar o servi\u00e7o hospitalar. N\u00e3o devemos pensar que a situa\u00e7\u00e3o naquela \u00e9poca exigia todas as garantias que as instala\u00e7\u00f5es hospitalares exigem hoje. Para essas mo\u00e7as, a solu\u00e7\u00e3o oferecida por Zatti, do ponto de vista material, era invej\u00e1vel, tanto quanto do ponto de vista espiritual. De fato, elas eram felizes e quando o <em>Hospital S\u00e3o Jos\u00e9 <\/em>foi fechado, ou antes, n\u00e3o foi dif\u00edcil para nenhuma delas encontrar uma boa acomoda\u00e7\u00e3o. Em conjunto elas sempre expressaram sua gratid\u00e3o.<br>O padre Entraigas recorda 13 nomes de funcion\u00e1rias que trabalharam no hospital em diferentes \u00e9pocas. Entre os documentos est\u00e3o os relat\u00f3rios das enfermeiras: No\u00e9lia Morero, Teodolinda Acosta, Felisa Botte, Andrea Rafaela Morales, Maria Danielis. Noelia Morero conta sua hist\u00f3ria, que foi id\u00eantica \u00e0 de v\u00e1rias outras enfermeiras. Ela chegou doente ao <em>S\u00e3o Jos\u00e9<\/em>: \u201cAqui eu estive doente e depois comecei a trabalhar at\u00e9 o final de 1944, quando me mudei para o Hospital Nacional Regional em Viedma, que foi inaugurado em 1945 [&#8230;]. Zatti era muito amado e respeitado por todos os funcion\u00e1rios e pacientes; ele era o \u201clen\u00e7o de l\u00e1grimas\u201d de todos. N\u00e3o me lembro de nenhum tipo de reclama\u00e7\u00e3o contra ele. Quando Zatti entrava nos quartos, parecia que \u201co pr\u00f3prio Deus!\u201d estava entrando. Eu n\u00e3o saberia como dizer isso. Para n\u00f3s, ele era tudo. Eu n\u00e3o tive nenhuma dificuldade especial; como doente, nunca me faltou nada: nem comida, nem rem\u00e9dios, nem roupas. O Sr. Zatti se preocupava especialmente com a forma\u00e7\u00e3o moral da equipe. Lembro-me de que ele nos fazia aprender com aulas pr\u00e1ticas, acompanhando-o quando visitava os doentes e, depois de uma ou duas vezes, ele nos mandava fazer o mesmo especialmente nos casos mais graves\u201d<a id=\"_ednref10\" href=\"#_edn10\"><sup>[x]<\/sup><\/a> .<\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-text-align-center wp-block-paragraph\"><strong>Filme visto antes da confer\u00eancia<\/strong><\/p>\n\n\n\n<iframe loading=\"lazy\" width=\"560\" height=\"315\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/mMnbFEs5OMo?si=-pnyXuJHGJUI4WMW\" title=\"YouTube video player\" frameborder=\"0\" allow=\"accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share\" allowfullscreen><\/iframe>\n\n\n\n<p class=\"has-text-align-center wp-block-paragraph\"><br><br><strong>V\u00eddeo da confer\u00eancia: Zatti, o Bom Samaritano, para os doentes, m\u00e9dicos e enfermeiros<\/strong><br>Palestra proferida pelo Pe. Pierluigi CAMERONI, Postulador Geral da Sociedade Salesiana S\u00e3o Jo\u00e3o Bosco de Valdocco, em 15.11.2023.<\/p>\n\n\n\n<iframe loading=\"lazy\" width=\"560\" height=\"315\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/UAnZ6qR1fJY?cc_lang_pref=pt&amp;cc_load_policy=1\"  title=\"YouTube video player\" frameborder=\"0\" allow=\"accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share\" allowfullscreen><\/iframe>\n\n\n\n<hr class=\"wp-block-separator has-alpha-channel-opacity\"\/>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><a id=\"_edn1\" href=\"#_ednref1\"><sup>[i]<\/sup><\/a> Depoimento do Dr. Ant\u00f4nio Gumercindo Sussini. <em>Positio \u2013 Summarium<\/em>, p. 139, \u00a7 561.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><a href=\"#_ednref2\" id=\"_edn2\"><sup>[ii]<\/sup><\/a> Depoimento de At\u00edlio Guidi, farmac\u00eautico. Ele conheceu Zatti de 1926 a 1951. <em>Positio \u2013 Summarium<\/em>, p. 99, \u00a7 386.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><a href=\"#_ednref3\" id=\"_edn3\"><sup>[iii]<\/sup><\/a> Depoimento do Dr. Ferdinando Molinari. Ele conheceu Zatti de 1942 a 1951. Tornou-se m\u00e9dico no <em>Hospital S\u00e3o Jos\u00e9 <\/em>e o tratou durante sua \u00faltima doen\u00e7a. Ele fez o discurso oficial na inaugura\u00e7\u00e3o do monumento a Zatti. <em>Positio \u2013 Summarium<\/em>, p. 147, \u00a7 600.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><a href=\"#_ednref4\" id=\"_edn4\"><sup>[iv]<\/sup><\/a> Depoimento do Dr. Pedro Echay. Positio<em> \u2013 Informatio<\/em>, p. 108.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><a href=\"#_ednref5\" id=\"_edn5\"><sup>[v]<\/sup><\/a> Depoimento de At\u00edlio Guidi. <em>Positio \u2013 Summarium<\/em>, p. 100, \u00a7 391.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><a href=\"#_ednref6\" id=\"_edn6\"><sup>[vi]<\/sup><\/a> Testemunho do Padre Feliciano L\u00f3pez. <em>Positio \u2013 Summarium<\/em>, p. 171, \u00a7 694.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><a href=\"#_ednref7\" id=\"_edn7\"><sup>[vii]<\/sup><\/a><em> Ibid., <\/em>p. 166, \u00a7 676.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><a href=\"#_ednref8\" id=\"_edn8\"><sup>[viii]<\/sup><\/a> Depoimento de Oscar Garc\u00eda, funcion\u00e1rio da pol\u00edcia. Ele conheceu Zatti em 1925, mas lidou com ele principalmente depois de 1935, tanto como l\u00edder de ex-alunos quanto como membro do C\u00edrculo Oper\u00e1rio. <em>Positio \u2013 Summarium<\/em>, p. 111, \u00a7 440.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><a href=\"#_ednref9\" id=\"_edn9\"><sup>[ix]<\/sup><\/a> Depoimento do Padre Feliciano L\u00f3pez. <em>Positio \u2013 Summarium<\/em>, p. 181, \u00a7 737.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><a href=\"#_ednref10\" id=\"_edn10\"><sup>[x]<\/sup><\/a> Depoimento de No\u00e9lia Morero, enfermeira. Positio<em> \u2013 Informatio<\/em>, p. 112.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Hospital-ZattiZatti e o hospital eram um bin\u00f4mio insepar\u00e1vel. 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