22 Jan 2026, Qui

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Quanto e como viajou o Santo da Juventude? Refaçamos as mesmas estradas.
Na era dos trens expressos internacionais, dos carros de corrida de Fórmula 1, dos jatos supersônicos e dos ônibus espaciais, pode até parecer patético falar das viagens de Dom Bosco a pé, de carruagem ou de “vapor”. No entanto, esse aspecto não insignificante de sua atividade não pode deixar ninguém indiferente quando se pensa na quantidade de tempo, dinheiro e sacrifício que custou a um homem que não tinha tempo, dinheiro ou saúde para desperdiçar.

A pé e a cavalo
            Quando, aos 15 anos, João passou a residir em Castelnuovo, ele já tinha o hábito, excepcional até mesmo para aquela época, de fazer longas caminhadas. Muitas vezes ele percorreu as estradas rurais solitárias dos Becchi até Morialdo, Capriglio, Buttigliera, Moncucco e, acima de tudo, Castelnuovo, apenas com a companhia do frio ou do calor, da neve ou da chuva, da neblina ou do calor, da lama ou da poeira.
Aos 16 anos de idade, ele foi para Chieri. Sua primeira viagem documentada a Turim foi em abril de 1834, quando se apresentou no Convento dos Frades Menores junto a Nossa Senhora dos Anjos, na rua de mesmo nome, para tratar o assunto da sua vocação.
Quantas mais se seguiram a essa primeira caminhada para Turim? Não sabemos. Certamente, a mais famosa foi a de novembro de 1846. Dos Becchi, Dom Bosco e Mamãe Margarida partiram para Valdocco, ele com um pacote de cadernos, um missal e o breviário, ela com um cesto de roupa e as coisas mais necessárias. O padre Vola, que os encontrou cansados e empoeirados no Rondò da Forca, perguntou-lhes:
De onde vocês vêm?
Da nossa aldeia.
E por que vocês vieram a pé? Porque… nos falta isso… E Dom Bosco passou o polegar sobre o indicador com o gesto típico de quem não tinha dinheiro.
Aqueles eram os tempos de Dom Bosco, quando as pernas ainda serviam ao homem como meio de locomoção. O custo das carruagens desencorajava as pessoas pobres a usá-las. Além disso, não havia tanta pressa ou preguiça como nos dias de hoje. Além disso, para Dom Bosco caminhar não era apenas uma questão de economia. Ele sofria terrivelmente com o movimento da carruagem. Quando ainda era subdiácono em Castelnuovo, convidado a pregar em Avigliana, preferiu percorrer todo o caminho a pé – 54 quilômetros – para poupar-se da náusea de uma viagem de carruagem. Quando expressou ao P. Cafasso seu desejo de partir para as missões, ouviu a resposta:
– Você não consegue andar um quilômetro e meio, ou ficar um minuto em uma carruagem fechada, sem ter enjoo de estômago, e quer atravessar o mar? Você morreria na viagem!
            E Dom Bosco, enquanto pôde, usou o cavalo de São Francisco, na cidade e fora dela, sozinho e acompanhado. Basta lembrar seus famosos passeios de outono nas décadas de 1850 e 1860.
Já em idade avançada, disse numa conversa:
“O movimento, disse, é o que mais faz bem à saúde. Eu devo reconhecê-lo exatamente por isto. Quando clérigo e nos primeiros anos de padre eu estava sempre meio doente; em seguida fim muito movimento e me recuperei. Lembro-me ainda de que uma vez percorri com o P. Giacomelli mais de vinte milhas piemontesas [50 quilômetros] em um dia. Partimos de São Genésio para tratar de assuntos em Turim e depois retornar para Avigliana. Outras vezes partia de Turim e ia aos Becchi [30 quilômetros] em seis horas e andava aquelas doze milhas a pé; sem quase parar um instante. Também agora quando me sinto sem coragem e angustiado, saio, vou procurar algum doente até junto ao Pó ou a Porta Nova e nunca pego carro, a não ser quando é necessário pala importância de um trabalho, pela pressa ou pelo perigo de faltar a uma reunião; eu sou do parecer que uma causa não indiferente da diminuição de saúde de nossos dias provenha de não se fazer mais tanto movimento como antigamente se fazia. A comodidade do ônibus, da ferrovia, tira muitíssimas ocasiões de fazer passeios mesmo breves, enquanto cinquenta anos atrás se dizia fazer um passeio indo de Turim a Lanzo a pé. Parece-me que o movimento das ferrovias e dos carros não seja suficiente ao homem para sentir-se bem” (MBp XII, 286)

Mas Dom Bosco também havia aprendido a andar a cavalo. No verão de 1832, o reitor de Castelnuovo, P. Dassano, que lhe dava aulas na escola, confiou-lhe o cuidado do estábulo. João tinha que levar o cavalo para passear e, quando saía do vilarejo, pulava em seu lombo e galopava. Como padre novo, ele foi convidado a pregar em Lauriano – a cerca de 30 quilômetros de Castelnuovo – e partiu a cavalo para chegar a tempo. Mas a cavalgada terminou mal. Na colina de Berzano, o animal, assustado por um grande bando de pássaros, empinou e o cavaleiro acabou caindo ao chão com os ossos quebrados.
Dom Bosco fez algumas dessas cavalgadas de vez em quando, em suas andanças pelo Piemonte e em trechos de passeios com seus meninos. Digna de menção é a subida triunfal a Superga, na primavera de 1846. O Oratório estava levando uma vida precária no terreno dos Filippi e um dia Dom Bosco quis levar seus meninos travessos em uma peregrinação ao famoso santuário. Chegando a Sassi, no sopé do morro, encontraram um cavalo totalmente arreado que o pároco de Superga, o P. José Anselmetti, havia enviado ao capitão da brigada. Dom Bosco montou na sela, cercado por seus meninos que, enquanto caminhavam, se divertiam pegando o animal pela rédea, pela cauda, apalpando-o, empurrando-o. E parece que dessa vez o quadrúpede, mais paciente que um burro, deixou-os à vontade, como se soubesse que tinha Dom Bosco na sela.
Longe de ser triunfante, porém, foi a travessia dos Apeninos no lombo de um burro, na viagem para Salicetto Langhe, em novembro de 1857. O caminho era estreito e íngreme, e a neve era alta. O animal tropeçava e caía a todo momento, e Dom Bosco tinha de desmontar e empurrá-lo para frente. Na descida, muito íngreme, já encharcado de suor, ele mesmo caiu de mau jeito, machucando a perna. Só o Senhor sabe como ele conseguiu chegar à aldeia a tempo para a missão sagrada.
Essa não foi a última viagem de Dom Bosco em lombo de burro. Em julho de 1862, ele fez a viagem de 6 km de Lanzo a Santo Inácio com o mesmo meio de transporte.
Provavelmente, foi assim em outras vezes.
Mas uma das viagens mais gloriosas de Dom Bosco foi a de outubro de 1864, de Gavi a Mornese. Ele chegou ao vilarejo tarde da noite, com o som festivo dos sinos. As pessoas saíram de suas casas com as lâmpadas acesas e se ajoelharam quando ele passava, pedindo-lhe uma bênção. Era o hosana do povo ao santo da juventude. “Acho”, escreveu o padre Luís Deambrogio sobre esse evento, “que não há nada para desmitificar ou redimensionar. Ninguém, somente quem não ama, pode impedir as manifestações do Senhor”.

De carruagem na época das diligências
            Apesar da pobreza, das doenças estomacais e dos hábitos de um andarilho forte, Dom Bosco foi forçado a usar com frequência carros públicos e “carroças” particulares, desde as diligências até os velocíferos, desde os ônibus até carruagens imponentes.
As diligências eram grandes carruagens com cerca de 12 assentos, com interior, cupê e capota imperial ou aberta. Geralmente puxadas por seis cavalos com dois cocheiros, elas serviam para longas distâncias e custavam menos aos passageiros do que os correios do governo. O primeiro serviço de diligências no Piemonte foi o dos Irmãos Bonafous, inaugurado em 1814. Ao tomar a diligência, Dom Bosco preferia sentar-se na imperial para respirar ar fresco e evitar a ânsia de vômito que a carruagem fechada lhe causava.
Em 1828, os velocíferos apareceram nas estradas do Piemonte, marcando um passo à frente no serviço de passageiros, tanto em termos do número de assentos, que podia chegar a trinta, quanto do custo mais baixo da viagem. A tração dos velocíferos era geralmente de quatro cavalos com apenas um cocheiro, e sua velocidade era um pouco maior do que a das diligências devido à troca mais frequente de cavalos. No entanto, eles percorriam rotas mais curtas, ligando cidades como Turim e Pinerolo, Turim e Asti. Dada a velocidade, o tamanho da carruagem e as condições das estradas, se as diligências podiam ser chamadas de “carruagens digestivas”, os velocíferos devem ter causado sérias dores de estômago a passageiros como Dom Bosco.
Os ônibus serviam rotas ainda mais curtas, ligando o centro da cidade aos subúrbios ou às cidades vizinhas. Eram carruagens de quatro rodas, puxadas por cavalos, com no máximo 16 assentos. O serviço, instituído em Turim nos anos 1845-46, foi transformado em 1871 em ônibus de trilhos com tração animal [bonde], a “Carruagem de todos” imortalizada pela pena de De Amicis, um comboio, ou seja, para todos os tipos de pessoas, que anunciava sua chegada às encruzilhadas da cidade com um toque de trombeta.
Além do transporte público, entre os quais não se deve esquecer as citadinas ou carruagens da cidade; circulavam, é claro, todos os tipos de “carroças” particulares, de primeira, segunda ou terceira classe, de acordo com sua estrutura e capacidade, o número de rodas e cavalos, desde charretes de dois lugares com teto aberto até berlindas fechadas de quatro lugares.
Seria impossível até mesmo listar todas as viagens de Dom Bosco em diligências, velocíferos, ônibus ou carruagens particulares. E ainda mais difícil seria distinguir, às vezes, se era realmente uma viagem de diligência ou não, e sim de velocífero ou ônibus.
De qualquer modo, a primeira viagem de diligência de Dom Bosco de que temos memória foi de Pinerolo a Turim, durante as férias de Páscoa do ano letivo de 1834-35, quando ele estudava em Chieri. A informação nos é dada por uma de suas cartas de juventude, a primeira do Epistolário editado pelo P. Ceria. João havia viajado para Pinerolo a convite da família de seu amigo Aníbal Strambio. Na carta, sem a primeira parte, não há menção à viagem de ida. Mas a viagem de volta está bem especificada: “Fiquei mais dois dias em Pinerolo e […] no dia marcado subi na diligência e cheguei a Turim, de onde retornei a Chieri”. O serviço Turim-Pinerolo foi realizado em 1835 pelas Diligências Bonafous ao preço de 2,70 liras para diligências de primeira classe, 2,20 para as de segunda classe e 1,65 para as de terceira classe. Presume-se que João pegou uma diligência de terceira classe.
No final de 1850, Dom Bosco fez sua primeira viagem a Milão com passaporte, convidado pelo P. Serafim Allievi para pregar o jubileu no oratório de São Luís, na Rua Santa Cristina. Aparentemente, ele fez essa viagem de velocífero via Novara e Magenta, trocando de carruagem nas estações principais. No total, pelo menos 15-16 horas.
De suas viagens de ônibus, lembramos, a título de exemplo, aquela de Turim a Rivoli em 1852, quando ele levou os meninos de Valdocco para fazer exercícios espirituais em Giaveno. O trecho Rivoli-Giaveno, de 18 quilômetros, foi percorrido a pé, é claro. O ônibus deve ter servido a Dom Bosco em outras ocasiões para ir a pé até cidades como Moncalieri, Rivoli, Chieri, Trofarello e Carignano.
Uma viagem de “ônibus” que teve um eco especial em Valdocco foi a de Turim a Lanzo, em julho de 1862. O próprio Dom Bosco escreveu sobre ela aos seus jovens. Dois anos depois, ele fez novamente essa viagem de “ônibus”. Mas provavelmente, em ambos os casos, era um velocífero. Na verdade, não parece que houvesse ônibus na estrada Turim-Lanzo naqueles anos, mas sim velocíferos, que partiam, já em 1858, da Praça Milão para Porta Palácio, perto do hotel Rosa Branca, duas vezes por dia.
No caso de 1862, as coisas correram bem até Ciriè, mas de Ciriè a Lanzo, ou seja, por cerca de doze quilômetros, choveu a cântaros. Dom Bosco sentava-se na imperial entre dois passageiros que mantinham os guarda-chuvas abertos. Assim, com a chuva, ele também recebeu o escoamento dos guarda-chuvas. Ele chegou a Lanzo molhado como um pintinho. Escreveu então em sua carta: “Vocês, queridos jovens, teriam visto Dom Bosco descendo do carro todo encharcado, como aqueles ratos que vocês costumam ver saindo da “bealera” atrás do pátio”. A “bealera” era um daqueles canais de irrigação e drenagem que não faltavam na área de Valdocco, perto de Dora. A história é hilária, mas nos faz pensar.
Dom Bosco usava carruagens particulares para entrar e sair de Turim, especialmente durante suas estadias em cidades como Roma e Marselha. Nesses casos, era evidentemente um serviço prestado a ele por benfeitores.
Na carruagem do Sr. Alberto Nota, João Bosco fez sua viagem de Pinerolo a Fenestrelle com seu amigo Aníbal Strambio na primavera de 1835. Quando estavam quase chegando a Fenestrelle, surgiu um vento tão furioso que fazia o cavalo recuar. A escuridão, devido à tempestade iminente, obrigou-os a procurar abrigo num recôncavo da montanha. Voltaram a Pinerolo tarde da noite, quando a tempestade amainou.
Também de charrete foi a primeira viagem de Dom Bosco a Stresa, no outono de 1847. O empresário Frederico Bocca se ofereceu para acompanhá-lo. Na viagem de ida, foram a Chivasso, Santhià, Biella, Varallo, Orta e Arona. Na viagem de volta, seguiram a rota para Novara e Vercelli. Nas paradas, Dom Bosco passava o tempo conversando com os estalajadeiros, cocheiros e cavalariços, até mesmo persuadindo alguns a se confessarem. Afinal de contas, ele fazia isso quando se sentava ao lado de um cocheiro que com muita facilidade blasfemava para fazer os cavalos trotarem.
De suas estadas em Roma, podemos lembrar a de 1869, quando o Card. Berardi colocou sua carruagem à disposição de Dom Bosco. Aparentemente, durante essa estada, o próprio Papa Pio IX enviou uma carruagem para buscar Dom Bosco e levá-lo ao Vaticano. A carruagem do papa, dizia Dom Bosco aos jovens, era tão grande que podia levar 14 pessoas; era toda coberta de seda e franjas. E se as franjas não existissem, ele mesmo as colocaria.
Em suas viagens pela França, cavalheiros nobres de Nice, Lion, Marselha e Paris competiam pela honra de levar Dom Bosco em suas carruagens. E ele teve de se adaptar, embora estivesse convencido, como dizia, de que “não se vai para o céu de carruagem”.

Nas ferrovias
            Com o crescente desenvolvimento das ferrovias, as carruagens públicas passaram a assumir um papel complementar e subsidiário ao novo meio de transporte. A maior economia de viajar no “no trem a vapor” beneficiava a todos, especialmente aqueles que, como Dom Bosco, viajavam habitualmente na terceira classe. Isso sem falar na economia de tempo, que foi praticamente reduzida a um terço. Na verdade, o cavalo não ultrapassa 10 a 12 quilômetros por hora no trote. Assim, com as paradas nas estações de correio, uma viagem como a de Turim a Asti poderia levar até oito horas com as antigas diligências; e não muito menos com o velocífero. De trem, na década de 1860, ela teria durado normalmente uma hora e 40 minutos, mesmo com os trens parando em todas as nove estações ao longo do percurso. O trecho Turim-Gênova, que envolvia uma viagem de diligência de cerca de 25 horas, podia ser feita de trem em cerca de oito horas. Isso ainda estava muito longe das velocidades de hoje, mas, naquela época, já parecia impressionante. Não faltavam inconvenientes que hoje pareceriam insuportáveis, como as paradas frequentes, o frio extremo no inverno, a falta de serviços, a inconveniência da fumaça do vapor e coisas do gênero. Pense nas passagens barulhentas e emocionantes nos túneis! Naquela época, entrar num trem ainda parecia enfrentar um risco e o medo de um desastre não estava totalmente ausente.
Quando, em 1858, Dom Bosco fez sua primeira viagem a Roma, ele providenciou não apenas um passaporte, mas também um testamento. No entanto, ele só fez o trecho Turim-Gênova de trem, que havia sido concluído em 1853 com o túnel dos Apeninos. Em 1858, o preço dessa viagem era de 16,60 liras na primeira classe, 11,60 na segunda e 8,30 na terceira, uma economia e tanto em comparação com as 30 liras da diligência.
Em Gênova, Dom Bosco teve de embarcar no Aventino, um navio a vapor que ia para Civitavecchia. Ele teve febre e enjoo. De Civitavecchia a Roma, viajou em uma carruagem postal puxada por seis cavalos.
Depois de 1858, as viagens de Dom Bosco por trem não eram mais contadas. Basta pensar nas 20 viagens a Roma de 1858 a 1887, nas 12 viagens à França de 1876 a 1886, na viagem à Áustria em 1883 e na viagem à Espanha em 1886.
Em suas frequentes viagens de trem, Dom Bosco não ficava ocioso. Apesar de seu desconforto físico, ele passava o tempo revisando rascunhos ou conversando com seus companheiros de viagem, instruindo os ignorantes, confundindo os ímpios e defendendo suas obras, se necessário. Ele também exercia o ministério sacerdotal às vezes, quando não estava recolhido em oração.

A última viagem
            Com seu retorno de Roma, em maio de 1887, Dom Bosco encerrou sua longa peregrinação pelos caminhos do mundo. Por ordem do médico e pelo fato de não poder mais ficar em pé, ele ainda se valia à tarde de uma carruagem oferecida para alguns passeios curtos pela cidade; depois, em julho, foi forçado a deixar o calor sufocante de Turim e passar alguns dias em Lanzo. Lá, todas as noites, ele fazia um breve passeio em uma cadeira de rodas empurrada por seu fiel secretário, o P. Viglietti. Uma vez ouviu-se exclamar: “Eu, que costumava desafiar os mais ágeis a saltar, agora tenho que andar em uma carruagem com as pernas dos outros!”
Durante sua última doença, entre dezembro de 1887 e janeiro de 1888, ele respondeu ao Dr. Fissore, que o animava: “Doutor, quer ressuscitar os mortos? Amanhã… farei uma viagem mais longa!”.
E aquela de 31 de janeiro de 1888 foi sua última viagem.

P. Natale CERRATO

Salesiano de Dom Bosco, missionário na China de 1948 a 1975, estudioso de Dom Bosco e da salesianidade, escreveu obras e artigos, realizando um trabalho valioso na divulgação da vida e das obras do Santo da Juventude. Faleceu em 2019.